Gabriel Medina, Part I from Nike Surfing on Vimeo.
INSANO ESSA É A PALAVRA
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Gabriel Medina, guardem bem esse nome!
Vendo esse vídeo a impressão que da e de que estou jogando o Kelly Slater Pro Surfer no PS2!
TOP RADIO 2011
Quero agradecer a todos que votaram na COM40 Web Radio no concurso TOP RADIO 2011.
Conseguimos chegar à 2ª colocação na categoria Melhor Web Rock.
Com apenas 3 meses de vida e ainda em fase de testes conseguimos mostrar que nosso assunto aqui é música.
Cada dia que passa ganhamos novos amigos e não importa o número da audiência o que importa é quem está na audiência.
São nossos amigos, familiares e twitteiros que fazem toda a diferença.
VALEU GALERA!!!
Conseguimos chegar à 2ª colocação na categoria Melhor Web Rock.
Com apenas 3 meses de vida e ainda em fase de testes conseguimos mostrar que nosso assunto aqui é música.
"AQUI O PREVISÍVEL NÃO ACONTECE"
Cada dia que passa ganhamos novos amigos e não importa o número da audiência o que importa é quem está na audiência.
São nossos amigos, familiares e twitteiros que fazem toda a diferença.
VALEU GALERA!!!
O Site mais legal que encontrei na net em todos os tempos - O Mapa do Metal!
Esse sem dúvidas é o site mais legal de todos os tempos...pra quem curte o gênero claro....
Vejam isso e pirem....
Vejam isso e pirem....
Charrete que perdeu o condutor...eiiiiiiiiiii anos oitenta!!
Pra quem realmente gosta de música.......que show foi esse!!
Angra - Lease Of Life (Official Videoclip)
Finalmente um bom clip do ANGRA, um clip sem "madeirites" rosas e bem editado!
Rock in Rio 2011 – Clipe Oficial
“Todos numa direção, uma só voz numa canção…”
Quando Eduardo Souto Neto compôs a música-tema do Rock in Rio, para a primeira edição do festival em 1985, não imaginava até onde ela chegaria.
Foram diversas gravações nesses últimos 25 anos, e sua melodia contagiante ficou marcada na memória e no coração de milhões de pessoas – que se uniram através da música e se mobilizaram por um mundo melhor.
Agora, o Rock in Rio volta a sua cidade natal e a música-tema se mostra mais forte e atual do que nunca.
Por isso, para marcar ainda mais o tão esperado retorno ao Rio, convidamos grandes artistas brasileiros para gravar esse tema que faz parte da história do festival: Frejat, Toni Garrido, Pitty, Ivete Sangalo, Rogério Flausino, Ed Motta, Sandra de Sá, Ivo Meirelles, Zé Ricardo, Marcelo D2, Dinho Ouro Preto, Evandro Mesquita, Tico Santa Cruz, Tié e George Israel.
Confira:
Como diz a canção, nosso desejo é, e sempre foi, que a gente não parasse mais de cantar, de sonhar, de se amar, de se dar… de viver.
O ROCK IN RIO ESTÁ DE VOLTA!
Site oficial:
Quando Eduardo Souto Neto compôs a música-tema do Rock in Rio, para a primeira edição do festival em 1985, não imaginava até onde ela chegaria.
Foram diversas gravações nesses últimos 25 anos, e sua melodia contagiante ficou marcada na memória e no coração de milhões de pessoas – que se uniram através da música e se mobilizaram por um mundo melhor.
Agora, o Rock in Rio volta a sua cidade natal e a música-tema se mostra mais forte e atual do que nunca.
Por isso, para marcar ainda mais o tão esperado retorno ao Rio, convidamos grandes artistas brasileiros para gravar esse tema que faz parte da história do festival: Frejat, Toni Garrido, Pitty, Ivete Sangalo, Rogério Flausino, Ed Motta, Sandra de Sá, Ivo Meirelles, Zé Ricardo, Marcelo D2, Dinho Ouro Preto, Evandro Mesquita, Tico Santa Cruz, Tié e George Israel.
Confira:
Como diz a canção, nosso desejo é, e sempre foi, que a gente não parasse mais de cantar, de sonhar, de se amar, de se dar… de viver.
O ROCK IN RIO ESTÁ DE VOLTA!
Site oficial:
Bandas Ilustradas
Essa é pra quem curte música, design minimalista e desafios: na ilustração abaixo tem 48 bandas representadas por um ícone que representa literalmente seu nome (em inglês, claro).
Quantas você consegue adivinhar?
Vi aqui:
Quantas você consegue adivinhar?
Vi aqui:
Obra do fundador do Pink Floyd ganha novas remixagens em excelente coletânea
Intensa, rápida e brilhante, assim foi a carreira de Syd Barrett, fundador de um dos grupos mais emblemáticos do rock, o Pink Floyd. Como cantor, compositor e guitarrista foi o responsável pela maioria das ideias do brilhante álbum de estreia do Floyd, The Piper at the Gates of Dawn, de 1967. Porém sua personalidade difícil resultou na sua “demissão” do grupo, logo em 1968, atuando ainda de forma errática, já que sua contribuição era fundamental.
Depois de um sumiço, Barrett reaparece em 1970 com dois discos: The Madcap Laughs e Barrett, nos quais recebeu a ajuda de seus ex-companheiros de grupo, principalmente de seu substituto, o guitarrista David Gilmour, que produziu a maioria do material. Estes discos, cheios de pequenos e fascinantes detalhes, estavam além da compreensão pop, variavam de brilhantes versos e melodias a sussurros pouco digeríveis e se tornaram culto exclusivo dos fãs de Syd.
Após esses discos, o aumento de seus problemas psicológicos, aliados às drogas, resultou na reclusão quase total, fechando definitivamente sua relação com a música, uma vez que nunca mais produziu material novo. Isto serviu para reforçar o culto a Barrett e transformar sua pequena obra em referência, citada por muitos até os dias de hoje. No final dos anos 80, com o culto mais crescente ainda, fez-se a necessidade de achar mais sobre seu trabalho e foi lançado o disco com material de sobras inéditas: Opel, em 1989 e mais recentemente, foram lançadas suas sessões na rádio BBC.
Seu sumiço foi tão grande que até conhecedores musicais pensavam que ele estivesse morto bem antes do fato; na verdade, depois de 1973, ele permaneceu escondido na casa de sua mãe em Cambridge, afastando-se de todos, captado de quando em quando por fanáticos e nostálgicos. Depois de vários anos lutando contra o diabetes, Barrett morreu discretamente em julho de 2006, com 60 anos idade.
Agora, pela primeira vez, sai uma compilação, unindo a obra solo de Barrett e suas participações no Pink Floyd. David Gilmour, que participou do trabalho original é agora o produtor executivo deste lançamento e remixou cinco faixas, incluindo: Octopus, She Took A Long Cool Look, Dominoes e Here I Go, na qual ainda adicionou baixo e guitarra. A interessante arte da capa ficou a cargo do designer gráfico inglês Storm Thorgerson, famoso por seus trabalhos para bandas como o próprio Pink Floyd; 10cc, Dream Theater, The Mars Volta, Muse e The Cranberries. Este disco é uma merecida lembrança para um dos mais criativos artistas do rock, que com sua “pequena” contribuição mudou muitos caminhos.
Sempre vejo aqui:
Depois de um sumiço, Barrett reaparece em 1970 com dois discos: The Madcap Laughs e Barrett, nos quais recebeu a ajuda de seus ex-companheiros de grupo, principalmente de seu substituto, o guitarrista David Gilmour, que produziu a maioria do material. Estes discos, cheios de pequenos e fascinantes detalhes, estavam além da compreensão pop, variavam de brilhantes versos e melodias a sussurros pouco digeríveis e se tornaram culto exclusivo dos fãs de Syd.
Após esses discos, o aumento de seus problemas psicológicos, aliados às drogas, resultou na reclusão quase total, fechando definitivamente sua relação com a música, uma vez que nunca mais produziu material novo. Isto serviu para reforçar o culto a Barrett e transformar sua pequena obra em referência, citada por muitos até os dias de hoje. No final dos anos 80, com o culto mais crescente ainda, fez-se a necessidade de achar mais sobre seu trabalho e foi lançado o disco com material de sobras inéditas: Opel, em 1989 e mais recentemente, foram lançadas suas sessões na rádio BBC.
Seu sumiço foi tão grande que até conhecedores musicais pensavam que ele estivesse morto bem antes do fato; na verdade, depois de 1973, ele permaneceu escondido na casa de sua mãe em Cambridge, afastando-se de todos, captado de quando em quando por fanáticos e nostálgicos. Depois de vários anos lutando contra o diabetes, Barrett morreu discretamente em julho de 2006, com 60 anos idade.
Agora, pela primeira vez, sai uma compilação, unindo a obra solo de Barrett e suas participações no Pink Floyd. David Gilmour, que participou do trabalho original é agora o produtor executivo deste lançamento e remixou cinco faixas, incluindo: Octopus, She Took A Long Cool Look, Dominoes e Here I Go, na qual ainda adicionou baixo e guitarra. A interessante arte da capa ficou a cargo do designer gráfico inglês Storm Thorgerson, famoso por seus trabalhos para bandas como o próprio Pink Floyd; 10cc, Dream Theater, The Mars Volta, Muse e The Cranberries. Este disco é uma merecida lembrança para um dos mais criativos artistas do rock, que com sua “pequena” contribuição mudou muitos caminhos.
Sempre vejo aqui:
Bem vindo ao planeta Rush!
É sintomático que este show do Rush tenha acontecido na véspera de um fim de semana em que teremos o Festival SWU, um dos mais diversificados em termos musicais dos últimos tempos. O Rush fala uma língua única no sistema solar do rock. É extremante útil assistir ao recente e premiado documentário: "Rush: beyond the lighted stage", que narra a saga deste trio canadense, para entender o longo e solitário caminho do grupo.
O Rush conseguiu, nos seus 40 anos de carreira, ser único e inigualável; com suas idiossincrasias, uma banda que nunca agradou a crítica, e que cada vez mais cresceu e agradou seu público. Existem bandas tipo isso, tipo aquilo, mas não existem bandas tipo Rush; eles são exclusivos, porque unem os pomos da discórdia fazem hard e progressivo, são em essência o que há de mais sagrado no rock: um Power-trio; contam com um vocal do tipo ame ou odeie, mas de toda forma, original. Letras viajantes, às vezes inteligíveis, mesmo fato que fez várias bandas com esse discurso, pendurarem as chuteiras ao longo destes anos.
Por tudo isso, um show do Rush é um ritual plenamente digerível para os iniciados e estranho para os neófitos. Existe um verdadeiro exército de guitarristas, baixistas e bateristas na plateia, esvoaçando braços e levantando pernas, dedilhando e socando baquetas imaginárias no ar!
A virtuose dos músicos do Rush é assustadora no palco; mesmo depois de tantos anos e quase uma parada total da banda no final dos anos 90, quando o baterista Pearl perdeu sua filha tragicamente em um acidente de carro. Isso só prova que o grupo precisa do palco e vive nele.
O começo do show é divertido: um clipe que conta uma pseudo-história da banda e de repente, se funde com ela no palco, atacando, na sequência, dois petardos para os fãs – “The Spirit of the Radio e Time Stand Still”. A atual turnê “Time Machine”, que tem como base o clássico disco “Moving Pictures”, lançado 1981, que foi um divisor de águas do grupo e que emplacou o maior hit, “Tom Sawyer”, ainda prova que é possível ter qualidade sonora em shows em estádio; é incrível a nitidez do show, o que prova que, quando se quer, se faz! O show ainda tem um intervalo, após a música “Subdivisions”, anunciado ironicamente por um locutor, dizendo que vem um intervalo em função da idade avançada dos músicos.
Após esta pausa, é hora do nome da turnê em si e começa a execução do disco “Moving Pictures”; além disso, a presença das inéditas “Brought Up to Believe” e “Caravan”, que estarão no novo CD “Clockwork Angels”. Ainda não poderia faltar o histórico solo de bateria de Neil Peart, um momento de êxtase para a plateia. O show termina com “Working Man”, mas a sensação de continuidade permanece, pois o Rush mostra que seu planeta é o palco e, com certeza, não sairão dele tão cedo!
Vi aqui: Blog do Maia
O Rush conseguiu, nos seus 40 anos de carreira, ser único e inigualável; com suas idiossincrasias, uma banda que nunca agradou a crítica, e que cada vez mais cresceu e agradou seu público. Existem bandas tipo isso, tipo aquilo, mas não existem bandas tipo Rush; eles são exclusivos, porque unem os pomos da discórdia fazem hard e progressivo, são em essência o que há de mais sagrado no rock: um Power-trio; contam com um vocal do tipo ame ou odeie, mas de toda forma, original. Letras viajantes, às vezes inteligíveis, mesmo fato que fez várias bandas com esse discurso, pendurarem as chuteiras ao longo destes anos.
Por tudo isso, um show do Rush é um ritual plenamente digerível para os iniciados e estranho para os neófitos. Existe um verdadeiro exército de guitarristas, baixistas e bateristas na plateia, esvoaçando braços e levantando pernas, dedilhando e socando baquetas imaginárias no ar!
A virtuose dos músicos do Rush é assustadora no palco; mesmo depois de tantos anos e quase uma parada total da banda no final dos anos 90, quando o baterista Pearl perdeu sua filha tragicamente em um acidente de carro. Isso só prova que o grupo precisa do palco e vive nele.
O começo do show é divertido: um clipe que conta uma pseudo-história da banda e de repente, se funde com ela no palco, atacando, na sequência, dois petardos para os fãs – “The Spirit of the Radio e Time Stand Still”. A atual turnê “Time Machine”, que tem como base o clássico disco “Moving Pictures”, lançado 1981, que foi um divisor de águas do grupo e que emplacou o maior hit, “Tom Sawyer”, ainda prova que é possível ter qualidade sonora em shows em estádio; é incrível a nitidez do show, o que prova que, quando se quer, se faz! O show ainda tem um intervalo, após a música “Subdivisions”, anunciado ironicamente por um locutor, dizendo que vem um intervalo em função da idade avançada dos músicos.
Após esta pausa, é hora do nome da turnê em si e começa a execução do disco “Moving Pictures”; além disso, a presença das inéditas “Brought Up to Believe” e “Caravan”, que estarão no novo CD “Clockwork Angels”. Ainda não poderia faltar o histórico solo de bateria de Neil Peart, um momento de êxtase para a plateia. O show termina com “Working Man”, mas a sensação de continuidade permanece, pois o Rush mostra que seu planeta é o palco e, com certeza, não sairão dele tão cedo!
Vi aqui: Blog do Maia
#dicamusicales "Reamonn" a banda fundada na Alemanha por Irlandeses
Imagine o que cada uma destas bandas tem de melhor: Coldplay, Nickelback e U2. Assim pode ser definido, o estilo, o som da Reamonn.
Falta de identidade? Não, serve apenas para que você tenha de forma resumida uma idéia básica desta boa banda cristã formada por Rea Garvey (vocais e guitarras), Uwe Bossert (guitarras), Mike "Gomezz" Gommeringer (bateria), Philipp Rauenbusch (baixo), Sebastian "Sebi" Padotzke (flauta e saxofone).
Fundada na Alemanha por integrantes irlandeses, o quinteto já está há mais uma década na estrada e é bem conhecido em vários países da Europa, como Alemanha, Inglaterra, Suíça e, principalmente, na Grécia.
“Eleven” é uma boa maneira de conhecer a trajetória da banda. Trata-se de uma coletânea que reúne os maiores sucessos na discografia (5 álbuns de estúdio, 3 trabalhos ao vivo e 2 DVDs) além do inédito ‘single’ “Yesterday”.
A versão européia traz 22 faixas divididas igualmente em dois CDs. Rock Pop com bateria e baixo ligados o tempo todo, uma “cozinha” sonora de respeito, bons riffs e solos de guitarra e, é claro, vocais rasgados e grudentos.
No CD 01, destaques para a faixa de abertura, o já comentado e inédito ‘single’ “Yesterday”, “Through The Eyes Of A Child”, “Moments Like This” e para “Serpentine”, faixa que encerra o 1º “tracklist’. No CD 02, destaques para “Star”, “Strong”, “Angels Fly” e para “Josephine (version 2010).
“Eleven” é um ótimo álbum, uma coletânea que presenteia os fãs e uma grande oportunidade para quem não conhece a banda, de conhecê-la e assim descobrir seu bom trabalho.
Confiram o clip de "Alright" e digam o que acham nos comentários:
Conheci esta banda e vi o post aqui:
Falta de identidade? Não, serve apenas para que você tenha de forma resumida uma idéia básica desta boa banda cristã formada por Rea Garvey (vocais e guitarras), Uwe Bossert (guitarras), Mike "Gomezz" Gommeringer (bateria), Philipp Rauenbusch (baixo), Sebastian "Sebi" Padotzke (flauta e saxofone).
Fundada na Alemanha por integrantes irlandeses, o quinteto já está há mais uma década na estrada e é bem conhecido em vários países da Europa, como Alemanha, Inglaterra, Suíça e, principalmente, na Grécia.
“Eleven” é uma boa maneira de conhecer a trajetória da banda. Trata-se de uma coletânea que reúne os maiores sucessos na discografia (5 álbuns de estúdio, 3 trabalhos ao vivo e 2 DVDs) além do inédito ‘single’ “Yesterday”.
A versão européia traz 22 faixas divididas igualmente em dois CDs. Rock Pop com bateria e baixo ligados o tempo todo, uma “cozinha” sonora de respeito, bons riffs e solos de guitarra e, é claro, vocais rasgados e grudentos.
No CD 01, destaques para a faixa de abertura, o já comentado e inédito ‘single’ “Yesterday”, “Through The Eyes Of A Child”, “Moments Like This” e para “Serpentine”, faixa que encerra o 1º “tracklist’. No CD 02, destaques para “Star”, “Strong”, “Angels Fly” e para “Josephine (version 2010).
“Eleven” é um ótimo álbum, uma coletânea que presenteia os fãs e uma grande oportunidade para quem não conhece a banda, de conhecê-la e assim descobrir seu bom trabalho.
Confiram o clip de "Alright" e digam o que acham nos comentários:
Conheci esta banda e vi o post aqui:
O novo projeto de Ben Harper com o filho de George Harrison: o grupo Fistful of Mercy, celebra o folk!
Celebrando a folk music dos anos 60 e 70, o grupo Fistful of Mercy reúne o badalado Ben Harper com Dhani Harrison, filho de George Harrison dos Beatles, e Joseph Arthur, talentoso músico e compositor americano, descoberto por Peter Gabriel, no meio dos anos 90.
Individualmente muito competentes, ao somarem forças, provaram que a química deu certo no álbum de estreia: As I Call You Down, com nove faixas que mantém uma coerência e uma atmosfera envolvente, principalmente por terem surgido de forma espontânea; segundo o relato feito em fevereiro deste ano, eles rumaram para o Carriage House Studio, em Los Angeles, com apenas três dias agendados e sem nenhuma composição já pronta; Harrison chegou a dizer que pensou que apenas faria uma participação no trabalho de Joseph Arthur e perguntou ao chegar: “Quais são as músicas?”; Joseph respondeu: “Elas não existem ainda!”.
Depois de três dias de um trabalho intenso, surgiu este disco de base acústica e o nome da banda,derivado de uma das canções do disco. Esta interessante aventura bem ao estilo retrô, remonta à época em que os conjuntos eram uma reunião de amigos que gostavam de ficar no estúdio juntos e experimentado novas possibilidades criativas. Segundo Harrison, esta experiência foi totalmente “wilbury”, em referência ao grupo criado por seu pai nos anos 80, Travelin’ Wilburys, em que George Harrison estava ao lado de Roy Orbinson, Bob Dylan, Jeff Lynne e Tom Petty.
Prontas estas bases e com o grupo muito animado, Dan convocou o lendário baterista Jim Keltner, um velho amigo da família, que colocou a percussão no disco, somada ao baixo também posteriormente colocado por Arthur e a “slide guitar” colocada por Harper. Este clima inspirado e nostálgico acabou refletindo em algumas composições como “Things Go ‘Round”, que lembra a ideia de “Instant Karma” de John Lennon, em que o mundo reflete imediatamente as ações de seus habitantes, ou clima de jam session em "Father’s Son”. Impossível não se deliciar com os vocais dos três, presentes em todas as músicas, ora em harmonia, ora se revezando; vocais que trazem lembranças que vão de Beatles a Crosby, Stills, Nash & Young e deixam a dica que a sofisticada harmonia de vocais faz falta no pop atual.
Fistful of Mercy - As I Call You Down
Como sempre vejo tudo aqui:
Individualmente muito competentes, ao somarem forças, provaram que a química deu certo no álbum de estreia: As I Call You Down, com nove faixas que mantém uma coerência e uma atmosfera envolvente, principalmente por terem surgido de forma espontânea; segundo o relato feito em fevereiro deste ano, eles rumaram para o Carriage House Studio, em Los Angeles, com apenas três dias agendados e sem nenhuma composição já pronta; Harrison chegou a dizer que pensou que apenas faria uma participação no trabalho de Joseph Arthur e perguntou ao chegar: “Quais são as músicas?”; Joseph respondeu: “Elas não existem ainda!”.
Depois de três dias de um trabalho intenso, surgiu este disco de base acústica e o nome da banda,derivado de uma das canções do disco. Esta interessante aventura bem ao estilo retrô, remonta à época em que os conjuntos eram uma reunião de amigos que gostavam de ficar no estúdio juntos e experimentado novas possibilidades criativas. Segundo Harrison, esta experiência foi totalmente “wilbury”, em referência ao grupo criado por seu pai nos anos 80, Travelin’ Wilburys, em que George Harrison estava ao lado de Roy Orbinson, Bob Dylan, Jeff Lynne e Tom Petty.
Prontas estas bases e com o grupo muito animado, Dan convocou o lendário baterista Jim Keltner, um velho amigo da família, que colocou a percussão no disco, somada ao baixo também posteriormente colocado por Arthur e a “slide guitar” colocada por Harper. Este clima inspirado e nostálgico acabou refletindo em algumas composições como “Things Go ‘Round”, que lembra a ideia de “Instant Karma” de John Lennon, em que o mundo reflete imediatamente as ações de seus habitantes, ou clima de jam session em "Father’s Son”. Impossível não se deliciar com os vocais dos três, presentes em todas as músicas, ora em harmonia, ora se revezando; vocais que trazem lembranças que vão de Beatles a Crosby, Stills, Nash & Young e deixam a dica que a sofisticada harmonia de vocais faz falta no pop atual.
Fistful of Mercy - As I Call You Down
Como sempre vejo tudo aqui:
SOBERANO, SPFC...não, Kelly Slater esse é o cara do esporte.
Kelly Slater começou o dia surfando sozinho em Trestles e fechou o sábado cercado pela multidão, com um troféu entre os braços. Na quartas de final, espantou um fantasma que o importunava há tempos – o australiano Owen Wright -, assumiu a ponta do ranking e, garantido no topo, derrubou o atual campeão mundial, Mick Fanning. Na decisão, despachou o terceiro aussie seguido, Bede Durbidge, com direito a uma nota 9,53. Conquistou o tetra da etapa e viu o caminho para o décimo título mundial ficar mais fácil. Com a vitória, a 43º da carreira, o americano de 38 anos ganhou 10.000 pontos no ranking e abriu 4.500 de vantagem sobre o sul-africano Jordy Smith. De quebra, viu sua conta bancária aumentar em US$ 75 mil (cerca de R$ 130 mil).
Trestles foi o segundo triunfo de Slater em 2010. Ele tocou o sino de Bells Beach ao bater o atual campeão mundial e anfitrião, Fanning. Na Califórnia, ele defendia a taça da etapa.
- Ainda tem quatro campeonatos - disse Slater.
Adriano de Souza, o Mineirinho, e Jadson André, únicos brasileiros que sobreviveram ao corte depois do Mundial do Taiti, pararam na terceira fase. A sétima etapa começa no sábado, na França. Depois, a elite segue para Portugal, Porto Rico e Havaí.
O dia 18 de setembro foi um sábado um tanto estranho em Trestles. Carrasco de Mineirinho, Kieren Perrow voltou a surpreender e eliminou o americano CJ Hobgood, campeão do mundo em 2001. CJ continuou na água e fez companhia a Kelly Slater, já que Chris Davidson não tinha dado as caras. Relaxado, o americano aproveitou para treinar. O público, para admirar.
O segundo desafio de Slater seria justamente contra o australiano Owen Wright, que ficou conhecido em 2009 por tê-lo eliminado na etapa de Bells. E em Trestles, Owen repetiu a dose ao mandar o americano para a repescagem da quinta fase. Neste sábado, foi a vez da virada. Slater venceu depois de ter visto o adversário tirar 9,20. Escolheu o lado direito da mesma onda, e a nota 7,93 foi suficiente para garantir a vitória.
O maior presente, no entanto, veio na bateria seguinte, e de outro australiano. Bede derrotou Jordy Smith e empurrou Slater para o topo. O terceiro da lista também tombou. Mesmo com uma das melhores ondas do campeonato, Taj Burrow perdeu para Reynolds.
Para ir à final, Slater precisaria passar pelo único surfista que, nos últimos anos, o destronou: Mick Fanning. O aussie, no entanto, via quase tudo dar errado. Chegou a ficar em combinação. Saiu dela a 8 minutos do fim, mas não conseguiu parar o americano.
Com a vaga na final, surgiu uma preocupação. Slater trazia na memória uma lembrança ruim de 2006. Naquele ano, até então pouco expressivo Bede Durbidge o derrotou na decisão e conquistou sua primeira vitória no Circuito Mundial.
- Quero surfar contra o Dane. Surfei contra o Bede em uma final aqui antes – dizia o americano depois das semifinais.
A torcida não adiantou. Bede venceu Reynolds, frustrando a torcida.
Era hora da final. Slater, ansioso, foi na primeira onda, caiu dela e deixou a prioridade para o adversário. Bede deu duas rasgadas: 5,50. Kelly respondeu com um 7,90. Cinco minutos depois, uma ainda melhor - 8,60 para deixar o australiano em combinação. Bede corria atrás de 16,51.
Slater passou então a brincar. Parecia estar sozinho, assim como na primeira bateria do dia. Arriscava manobras, era aplaudido pelo público. Parecia - e estava - a um passo da vitória.
A sete minutos do fim, uma série se formou no outside. Os dois surfistas remaram. O americano pegou um longo tubo e foi segurando a onda até a beira, com cut backs: 9,53. O australiano deu um 360 no lip da onda, voou em um aéreo e finalizou com um manobra forte: 8,20. Bede saiu da combinação, mas precisava de 9,93.
Slater foi até a beira e pegou uma faixa de cabelo. Ela, que na véspera não tinha dado sorte, agora marcava a vitória. Saiu da água, deu alguns passos sobre as pedras da areia de Trestles e, já sem a fita, segurou uma bandeira dos Estados Unidos. Foi carregado até o palanque. Passos, agora, só rumo ao décimo título mundial.
Final:
Kelly Slater EUA 18,12 x 14,13 Bede Durbidge AUS
Semifinais:
1. Kelly Slater EUA 15,87 x 10,43 Mick Fanning AUS
2. Bede Durbidge AUS 11,67 x 5,63 Dane Reynolds EUA
Quartas de final:
1. Mick Fanning AUS 12,60 x 8,20 Kieren Perrow AUS
2. Kelly Slater EUA 17,03 x 15,97 Owen Wright AUS
3. Bede Durbidge AUS 13,27 x 11,87 Jordy Smith AFS
4. Dane Reynolds EUA 14,80 x 12,90 Taj Burrow AUS
Quinta fase/repescagem:
1. Kieren Perrow AUS 13,76 x 10,50 CJ Hobgood EUA
2. Kelly Slater EUA 13,66 x - Chris Davidson AUS (W.O.)
3. Bede Durbidge AUS 11,40 x 7,47 Adrian Buchan AUS
4. Dane Reynolds EUA 12,04 x 10,73 Damien Hobgood EUA
Top 5 do ranking:
1. Kelly Slater EUA 40.000
2. Jordy Smith AFS 35.500
3. Taj Burrow AUS 30.500
4. Dane Reynolds EUA 30.250
5. Mick Fanning AUS 29.500
Vi aqui:
Trestles foi o segundo triunfo de Slater em 2010. Ele tocou o sino de Bells Beach ao bater o atual campeão mundial e anfitrião, Fanning. Na Califórnia, ele defendia a taça da etapa.
- Ainda tem quatro campeonatos - disse Slater.
Adriano de Souza, o Mineirinho, e Jadson André, únicos brasileiros que sobreviveram ao corte depois do Mundial do Taiti, pararam na terceira fase. A sétima etapa começa no sábado, na França. Depois, a elite segue para Portugal, Porto Rico e Havaí.
O dia 18 de setembro foi um sábado um tanto estranho em Trestles. Carrasco de Mineirinho, Kieren Perrow voltou a surpreender e eliminou o americano CJ Hobgood, campeão do mundo em 2001. CJ continuou na água e fez companhia a Kelly Slater, já que Chris Davidson não tinha dado as caras. Relaxado, o americano aproveitou para treinar. O público, para admirar.
O segundo desafio de Slater seria justamente contra o australiano Owen Wright, que ficou conhecido em 2009 por tê-lo eliminado na etapa de Bells. E em Trestles, Owen repetiu a dose ao mandar o americano para a repescagem da quinta fase. Neste sábado, foi a vez da virada. Slater venceu depois de ter visto o adversário tirar 9,20. Escolheu o lado direito da mesma onda, e a nota 7,93 foi suficiente para garantir a vitória.
O maior presente, no entanto, veio na bateria seguinte, e de outro australiano. Bede derrotou Jordy Smith e empurrou Slater para o topo. O terceiro da lista também tombou. Mesmo com uma das melhores ondas do campeonato, Taj Burrow perdeu para Reynolds.
Para ir à final, Slater precisaria passar pelo único surfista que, nos últimos anos, o destronou: Mick Fanning. O aussie, no entanto, via quase tudo dar errado. Chegou a ficar em combinação. Saiu dela a 8 minutos do fim, mas não conseguiu parar o americano.
Com a vaga na final, surgiu uma preocupação. Slater trazia na memória uma lembrança ruim de 2006. Naquele ano, até então pouco expressivo Bede Durbidge o derrotou na decisão e conquistou sua primeira vitória no Circuito Mundial.
- Quero surfar contra o Dane. Surfei contra o Bede em uma final aqui antes – dizia o americano depois das semifinais.
A torcida não adiantou. Bede venceu Reynolds, frustrando a torcida.
Era hora da final. Slater, ansioso, foi na primeira onda, caiu dela e deixou a prioridade para o adversário. Bede deu duas rasgadas: 5,50. Kelly respondeu com um 7,90. Cinco minutos depois, uma ainda melhor - 8,60 para deixar o australiano em combinação. Bede corria atrás de 16,51.
Slater passou então a brincar. Parecia estar sozinho, assim como na primeira bateria do dia. Arriscava manobras, era aplaudido pelo público. Parecia - e estava - a um passo da vitória.
A sete minutos do fim, uma série se formou no outside. Os dois surfistas remaram. O americano pegou um longo tubo e foi segurando a onda até a beira, com cut backs: 9,53. O australiano deu um 360 no lip da onda, voou em um aéreo e finalizou com um manobra forte: 8,20. Bede saiu da combinação, mas precisava de 9,93.
Slater foi até a beira e pegou uma faixa de cabelo. Ela, que na véspera não tinha dado sorte, agora marcava a vitória. Saiu da água, deu alguns passos sobre as pedras da areia de Trestles e, já sem a fita, segurou uma bandeira dos Estados Unidos. Foi carregado até o palanque. Passos, agora, só rumo ao décimo título mundial.
Final:
Kelly Slater EUA 18,12 x 14,13 Bede Durbidge AUS
Semifinais:
1. Kelly Slater EUA 15,87 x 10,43 Mick Fanning AUS
2. Bede Durbidge AUS 11,67 x 5,63 Dane Reynolds EUA
Quartas de final:
1. Mick Fanning AUS 12,60 x 8,20 Kieren Perrow AUS
2. Kelly Slater EUA 17,03 x 15,97 Owen Wright AUS
3. Bede Durbidge AUS 13,27 x 11,87 Jordy Smith AFS
4. Dane Reynolds EUA 14,80 x 12,90 Taj Burrow AUS
Quinta fase/repescagem:
1. Kieren Perrow AUS 13,76 x 10,50 CJ Hobgood EUA
2. Kelly Slater EUA 13,66 x - Chris Davidson AUS (W.O.)
3. Bede Durbidge AUS 11,40 x 7,47 Adrian Buchan AUS
4. Dane Reynolds EUA 12,04 x 10,73 Damien Hobgood EUA
Top 5 do ranking:
1. Kelly Slater EUA 40.000
2. Jordy Smith AFS 35.500
3. Taj Burrow AUS 30.500
4. Dane Reynolds EUA 30.250
5. Mick Fanning AUS 29.500
Vi aqui:
Sand Art - "One man's Dream 2010" e "In Blessed Memory of Michael Jackson
Mais dois sensacionais clips com desenhos feitos sobre a caixa de areia iluminada.
The Final Frontier - Director's Cut o novo clip do Iron Maiden
Ainda com poucas visualizações o novo clip do Iron Maiden The Final Frontier - Director's Cut você confere aqui no blog,.
The Final Frontier - Director's Cut
Iron Maiden | Vídeos de Música do MySpace
The Final Frontier - Director's Cut
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Live Aid - 13 de Julho de 1985 - "Dia Mundial do Rock"
Live Aid (em Português, Ajuda ao Vivo) foi um concerto de rock realizado em 13 de julho de 1985. O evento foi organizado por Bob Geldof e Midge Ure com o objetivo de arrecadar fundos em prol dos famintos da Etiópia. Os concertos foram realizados no Wembley Stadium em Londres (com uma platéia de aproximadamente 82,000 pessoas) e no John F. Kennedy Stadium na Filadélfia (aproximadamente 99,000 pessoas). Alguns artistas apresentaram-se também em Sydney, Moscou e Japão. Foi uma das maiores transmissões em larga escala por satélite e de televisão de todos os tempos—estima-se que 1,5 bilhão de espectadores, em mais de 100 países, tenham assistido a apresentação ao vivo....
E graças a esse tão polémico e grandioso espetáculo, hoje em dia temos o "Dia Mundial do Rock" muitos artitas foram contra e não só isso, deram declarações no mínimo polêmicas, não é mesmo Mr. Bob Dylan?
"Eu espero que um pouco desse dinheiro… talvez eles possam pegar um pouquinho, talvez… um ou dois milhões, talvez… e usá-lo para, digamos, pagar os juros que algumas fazendas e, os fazendeiros aqui, devem aos bancos…" (Bob Dylan)
Mas graças ao bom senso a grande maioria dos melhores e principais artistas abraçaram a ideia e graças a artistas como: U2, Queen, Phill Collins, Sting, David Bowie, The Who.....temos hoje o tão celebrado "Dia Mundial do Rock"
E pra comemorar esta data muito importante procurei alguns vídeos do Live Aid, pra quem desconhecia a origem do dia 13 de Julho.
E graças a esse tão polémico e grandioso espetáculo, hoje em dia temos o "Dia Mundial do Rock" muitos artitas foram contra e não só isso, deram declarações no mínimo polêmicas, não é mesmo Mr. Bob Dylan?
"Eu espero que um pouco desse dinheiro… talvez eles possam pegar um pouquinho, talvez… um ou dois milhões, talvez… e usá-lo para, digamos, pagar os juros que algumas fazendas e, os fazendeiros aqui, devem aos bancos…" (Bob Dylan)
Mas graças ao bom senso a grande maioria dos melhores e principais artistas abraçaram a ideia e graças a artistas como: U2, Queen, Phill Collins, Sting, David Bowie, The Who.....temos hoje o tão celebrado "Dia Mundial do Rock"
E pra comemorar esta data muito importante procurei alguns vídeos do Live Aid, pra quem desconhecia a origem do dia 13 de Julho.
"AQUA" o novo cd do ANGRA e pra comemorar uma mini entrevista com Edu Falaschi

Depois de muito mistério, a banda paulistana ANGRA anunciou o título oficial do seu sétimo álbum gravado em estúdio: “Aqua”. Este será o primeiro trabalho em quatro anos e celebra o retorno do baterista Ricardo Confessori ao line up do grupo.
“Aqua”, que significa “água” em Latim, representa a continuidade do estilo único que projetou o ANGRA no mercado mundial. Sua incrível habilidade de mesclar as mais inusitadas formas musicais, transcendendo do Erudito ao Metal, do Folclórico ao Moderno, do Pop ao Experimental, assume hoje um patamar de relevância incontestável, descrito em cada detalhe que permeia a atual obra.
A experiência de músicos da estirpe de Eduardo Falaschi (vocalista), Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro (guitarristas), Felipe Andreoli (baixista) e Ricardo Confessori (baterista) é um dos aspectos que saltam imediatamente aos ouvidos após uma breve audição de “Aqua”. Instrumentistas estes, que em um importante momento de suas carreiras, encontraram o ponto culminante estilístico unindo execução precisa, bom gosto, experimentalismo consciente, agregados a temas cativantes.
Abaixo está a mini entrevista exclusiva que o Edu concedeu para o COM40:
Com40: Edu, em primeiro lugar obrigado por conceder essa mini entrevista para o COM40 e gostaria de saber como foi pra você ficar longe do Angra nesses 4 anos?
Edu: na verdade foram 2 anos sem angra, mas estive bem ocupado com o Almah e outros eventos. Claro que senti saudades dos fãs do ANGRA e de nosso trabalhos mas ja voltamos a mais de um ano e meio! e agora sai o novo CD e destruiremos tudo.
Com40: Como surgiu a ideia de fazer um disco conceitual inspirado na última obra de Shakespeare?
Edu: dessa vez quem trouxe o conceito fui eu, eu estive pesquisando muito durante a passada ideia de lançar um livro de Manga do Fragile Equality e um dos assuntos foi esse da A TEMPESTADE e ai joguei essa ideia pra banda e eles abraçaram!
Com40: Assim como a "AQUA" se transforma o que houve de mudanças no Angra com a volta do Ricardo?
Edu: A banda toca mais solta basicamente, mas na verdade naum mudamos muito, quem teve que se adaptar na verdade foi o Ricardo que entrara numa banda com um sistema de trabalho de 10 anos.
Com40: A capa do novo cd está maravilhosa, soube que desta vez não foi a Isabel de Amorim quem fez, mesmo estando muito com a cara dela, quem foi o artista desta vez?
Edu: Gustavo Sazes, o Mago da arte gráfica no Brasil!
Com40: Edu, o que os fãs do Angra podem esperar nesta nova tour?
Edu: Será incrivel, será a melhor tour, em qualidade tecnica, sonora e visual...estamos trabalhando pra isso....
Com40: O ALMAH continua paralelo, tem projeto pra novo álbum?
Edu: Sim, ja estamos compondo. mas disco mesmo so mais pra frente! 2011 quem sabe!?
Com40: To sabendo também que você está atacando de produtor como está sendo isso pra você?
Edu: Ta sendo muito bancana, na verdade eu já produzo faz tempo, afinal eu produzi o primeiro album do Symbols, entre outros. Mas é demais trabalhar com essas duas bandas ARTEMIS e STILL ALIVE.
Com40: "AQUA" já tem data para sair no Japão (31 de Julho) é no Brasil quando podemos esperar o lançamento?
Edu: Em agosto lá pelo dia 11!
Com40: Eu não soube até agora de participações especiais no "AQUA" elas existem?
Edu: Algumas, mas nada de gente famosa, chamamos artista q contribuíssem musicalmente!
Com40: Bom Edu, desejo toda aquela coisa pra você e pro ANGRA sabe que vivi um pedacinho da historia da Banda e sei como é a vida na estrada, por falar nisso, ja tem data pra começar aqui no Brasil?
Edu: começaremos em meados de Agosto!!!!
Com40: Pra finalizar o que você tem escutado ultimamente pra deixar de dica aqui pra gente?
Edu: Muse, Artemis, Still Alive e Holyness

Mais uma vez obrigado Edu pelo carinho de sempre e vamos pra estrada quebrar tudo!
Ed Kowalczyk,vocalista do grupo Live, estreia em carreira solo

Seja sincero, se não fosse pela voz e pela careca você saberia dizer quem é ED KOWALCZYK?
Ed Kowalczyk, amplamente conhecido como o vocalista / líder / guitarrista da banda Live, construiu um currículo invejável que inclui oito álbuns de estúdio, alguns milhões de CDs vendidos, uma enorme base de fãs internacionais e uma extensa peregrinação de shows por todo o mundo.
O Live tem sido uma das mais bem sucedidas e duradouras bandas de rock alternativo da década de 1990 e 2000. Reciclando um pouco sua carreira, Ed lança seu primeiro disco solo 'Alive', que chega às lojas agora em julho; o primeiro single do disco é Grace e com uma nova banda composta por Ramy Antoun(bateria),Chris Heerlein(baixo), Adam Kowalczyk (guitarra e vocais) e James Gabbie(guitarra), já sai em tour pela Europa.
As primeiras críticas ao disco têm sido positivas, reforçando a boa fase de seu vocal e as composições inspiradas.
E como sempre selecionei 3 faixas da minha escolha, uma delas tem o nome do meu cachorro ZION que se colocassem para eu ouvir falaria sem pensar...isso é LIVE.
Tirem suas proprias conclusões.
Drive
The Great Beyond
Zion
Se não tem etiqueta não serve!
A nota é internacional e diz, mais ou menos assim: Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.
Eis que o sujeito desce na estação do metrô de Nova York, vestindo jeans, camiseta e boné.
Encosta-se próximo à entrada. Tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.
Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.
Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Alguns dias antes, Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de mil dólares.
A experiência no metrô, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino...
A iniciativa, realizada pelo jornal The Washington Post, era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.
A conclusão é de que estamos acostumados a dar valor às coisas, quando estão num contexto.
Bell, no metrô, era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.
Esse é mais um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas, que são únicas, singulares e a que não damos importância, porque não vêm com a etiqueta de preço.
Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?
É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?
Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?
Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?
Vi aqui
Eis que o sujeito desce na estação do metrô de Nova York, vestindo jeans, camiseta e boné.
Encosta-se próximo à entrada. Tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.
Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.
Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Alguns dias antes, Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de mil dólares.
A experiência no metrô, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino...
A iniciativa, realizada pelo jornal The Washington Post, era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.
A conclusão é de que estamos acostumados a dar valor às coisas, quando estão num contexto.
Bell, no metrô, era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.
Esse é mais um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas, que são únicas, singulares e a que não damos importância, porque não vêm com a etiqueta de preço.
Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?
É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?
Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?
Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?
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