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PINK FLOYD 2011 - Roger Waters, David Gilmour e Nick Mason juntos!
Antigos companheiros nos Pink Floyd voltaram a juntar-se em palco, em concerto de Roger Waters em Londres. Veja os vídeos do re-encontro.
A prometida participação de David Gilmour num concerto da digressão The Wall, de Roger Waters, aconteceu ontem, 12 de maio, na 02 Arena, em Londres.
Gilmour surgiu em cima do muro para cantar e tocar guitarra durante "Comfortably Numb", para delírio da plateia. Esta foi a primeira vez, desde o concerto do Live 8, em 2005, que Roger Waters e David Gilmour tocaram juntos em público (no ano passado, tocaram quatro canções "à porta fechada", para 200 convidados, diz a Spinner).
CUIDADO!! ESSE VIDEO PODE SER EMOCIONANTE DEMAIS PRA VOCÊ!
David Gilmour voltou a aparecer no final do concerto, bem como o baterista dos Pink Floyd, Nick Manson. Veja aqui o momento do re-encontro a três, em "Outside The Wall":
Esta é uma semana rica em notícias para os fãs de Pink Floyd, que anunciaram também um gigantesco plano de re-edições, a começar em setembro deste ano.
Vi aqui essa otima notica:
Angra - Lease Of Life (Official Videoclip)
Finalmente um bom clip do ANGRA, um clip sem "madeirites" rosas e bem editado!
Obra do fundador do Pink Floyd ganha novas remixagens em excelente coletânea
Intensa, rápida e brilhante, assim foi a carreira de Syd Barrett, fundador de um dos grupos mais emblemáticos do rock, o Pink Floyd. Como cantor, compositor e guitarrista foi o responsável pela maioria das ideias do brilhante álbum de estreia do Floyd, The Piper at the Gates of Dawn, de 1967. Porém sua personalidade difícil resultou na sua “demissão” do grupo, logo em 1968, atuando ainda de forma errática, já que sua contribuição era fundamental.
Depois de um sumiço, Barrett reaparece em 1970 com dois discos: The Madcap Laughs e Barrett, nos quais recebeu a ajuda de seus ex-companheiros de grupo, principalmente de seu substituto, o guitarrista David Gilmour, que produziu a maioria do material. Estes discos, cheios de pequenos e fascinantes detalhes, estavam além da compreensão pop, variavam de brilhantes versos e melodias a sussurros pouco digeríveis e se tornaram culto exclusivo dos fãs de Syd.
Após esses discos, o aumento de seus problemas psicológicos, aliados às drogas, resultou na reclusão quase total, fechando definitivamente sua relação com a música, uma vez que nunca mais produziu material novo. Isto serviu para reforçar o culto a Barrett e transformar sua pequena obra em referência, citada por muitos até os dias de hoje. No final dos anos 80, com o culto mais crescente ainda, fez-se a necessidade de achar mais sobre seu trabalho e foi lançado o disco com material de sobras inéditas: Opel, em 1989 e mais recentemente, foram lançadas suas sessões na rádio BBC.
Seu sumiço foi tão grande que até conhecedores musicais pensavam que ele estivesse morto bem antes do fato; na verdade, depois de 1973, ele permaneceu escondido na casa de sua mãe em Cambridge, afastando-se de todos, captado de quando em quando por fanáticos e nostálgicos. Depois de vários anos lutando contra o diabetes, Barrett morreu discretamente em julho de 2006, com 60 anos idade.
Agora, pela primeira vez, sai uma compilação, unindo a obra solo de Barrett e suas participações no Pink Floyd. David Gilmour, que participou do trabalho original é agora o produtor executivo deste lançamento e remixou cinco faixas, incluindo: Octopus, She Took A Long Cool Look, Dominoes e Here I Go, na qual ainda adicionou baixo e guitarra. A interessante arte da capa ficou a cargo do designer gráfico inglês Storm Thorgerson, famoso por seus trabalhos para bandas como o próprio Pink Floyd; 10cc, Dream Theater, The Mars Volta, Muse e The Cranberries. Este disco é uma merecida lembrança para um dos mais criativos artistas do rock, que com sua “pequena” contribuição mudou muitos caminhos.
Sempre vejo aqui:
Depois de um sumiço, Barrett reaparece em 1970 com dois discos: The Madcap Laughs e Barrett, nos quais recebeu a ajuda de seus ex-companheiros de grupo, principalmente de seu substituto, o guitarrista David Gilmour, que produziu a maioria do material. Estes discos, cheios de pequenos e fascinantes detalhes, estavam além da compreensão pop, variavam de brilhantes versos e melodias a sussurros pouco digeríveis e se tornaram culto exclusivo dos fãs de Syd.
Após esses discos, o aumento de seus problemas psicológicos, aliados às drogas, resultou na reclusão quase total, fechando definitivamente sua relação com a música, uma vez que nunca mais produziu material novo. Isto serviu para reforçar o culto a Barrett e transformar sua pequena obra em referência, citada por muitos até os dias de hoje. No final dos anos 80, com o culto mais crescente ainda, fez-se a necessidade de achar mais sobre seu trabalho e foi lançado o disco com material de sobras inéditas: Opel, em 1989 e mais recentemente, foram lançadas suas sessões na rádio BBC.
Seu sumiço foi tão grande que até conhecedores musicais pensavam que ele estivesse morto bem antes do fato; na verdade, depois de 1973, ele permaneceu escondido na casa de sua mãe em Cambridge, afastando-se de todos, captado de quando em quando por fanáticos e nostálgicos. Depois de vários anos lutando contra o diabetes, Barrett morreu discretamente em julho de 2006, com 60 anos idade.
Agora, pela primeira vez, sai uma compilação, unindo a obra solo de Barrett e suas participações no Pink Floyd. David Gilmour, que participou do trabalho original é agora o produtor executivo deste lançamento e remixou cinco faixas, incluindo: Octopus, She Took A Long Cool Look, Dominoes e Here I Go, na qual ainda adicionou baixo e guitarra. A interessante arte da capa ficou a cargo do designer gráfico inglês Storm Thorgerson, famoso por seus trabalhos para bandas como o próprio Pink Floyd; 10cc, Dream Theater, The Mars Volta, Muse e The Cranberries. Este disco é uma merecida lembrança para um dos mais criativos artistas do rock, que com sua “pequena” contribuição mudou muitos caminhos.
Sempre vejo aqui:
#Dicamusicales - HOLLERADO - "AMERICANARAMA"
A nostalgia de quem viveu os anos 80 não tem fim. O principal símbolo desse movimento tão presente nos dias de hoje são os antigos jogos de Atari, Nintendo 8 bits e Master System, que volta e meia aparecem em instalações artísticas ou outros tipos de homenagem, como o vídeo da banda Hollerado.
No vídeo da música Americanarama, o diretor teve a genial de idéia de colocar 24 pessoas dispostas numa grande estrutura, parecendo uma grande tela. Partindo dessa ideia, várias imagens de games famosos se alternam com a letra da música, graças ao trabalho destas 24 pessoas segurando as placas correspondentes. Deu para ver Space Invaders, Pong e Guitar Her.
Vi aqui:
No vídeo da música Americanarama, o diretor teve a genial de idéia de colocar 24 pessoas dispostas numa grande estrutura, parecendo uma grande tela. Partindo dessa ideia, várias imagens de games famosos se alternam com a letra da música, graças ao trabalho destas 24 pessoas segurando as placas correspondentes. Deu para ver Space Invaders, Pong e Guitar Her.
Vi aqui:
#dicamusicales "Reamonn" a banda fundada na Alemanha por Irlandeses
Imagine o que cada uma destas bandas tem de melhor: Coldplay, Nickelback e U2. Assim pode ser definido, o estilo, o som da Reamonn.
Falta de identidade? Não, serve apenas para que você tenha de forma resumida uma idéia básica desta boa banda cristã formada por Rea Garvey (vocais e guitarras), Uwe Bossert (guitarras), Mike "Gomezz" Gommeringer (bateria), Philipp Rauenbusch (baixo), Sebastian "Sebi" Padotzke (flauta e saxofone).
Fundada na Alemanha por integrantes irlandeses, o quinteto já está há mais uma década na estrada e é bem conhecido em vários países da Europa, como Alemanha, Inglaterra, Suíça e, principalmente, na Grécia.
“Eleven” é uma boa maneira de conhecer a trajetória da banda. Trata-se de uma coletânea que reúne os maiores sucessos na discografia (5 álbuns de estúdio, 3 trabalhos ao vivo e 2 DVDs) além do inédito ‘single’ “Yesterday”.
A versão européia traz 22 faixas divididas igualmente em dois CDs. Rock Pop com bateria e baixo ligados o tempo todo, uma “cozinha” sonora de respeito, bons riffs e solos de guitarra e, é claro, vocais rasgados e grudentos.
No CD 01, destaques para a faixa de abertura, o já comentado e inédito ‘single’ “Yesterday”, “Through The Eyes Of A Child”, “Moments Like This” e para “Serpentine”, faixa que encerra o 1º “tracklist’. No CD 02, destaques para “Star”, “Strong”, “Angels Fly” e para “Josephine (version 2010).
“Eleven” é um ótimo álbum, uma coletânea que presenteia os fãs e uma grande oportunidade para quem não conhece a banda, de conhecê-la e assim descobrir seu bom trabalho.
Confiram o clip de "Alright" e digam o que acham nos comentários:
Conheci esta banda e vi o post aqui:
Falta de identidade? Não, serve apenas para que você tenha de forma resumida uma idéia básica desta boa banda cristã formada por Rea Garvey (vocais e guitarras), Uwe Bossert (guitarras), Mike "Gomezz" Gommeringer (bateria), Philipp Rauenbusch (baixo), Sebastian "Sebi" Padotzke (flauta e saxofone).
Fundada na Alemanha por integrantes irlandeses, o quinteto já está há mais uma década na estrada e é bem conhecido em vários países da Europa, como Alemanha, Inglaterra, Suíça e, principalmente, na Grécia.
“Eleven” é uma boa maneira de conhecer a trajetória da banda. Trata-se de uma coletânea que reúne os maiores sucessos na discografia (5 álbuns de estúdio, 3 trabalhos ao vivo e 2 DVDs) além do inédito ‘single’ “Yesterday”.
A versão européia traz 22 faixas divididas igualmente em dois CDs. Rock Pop com bateria e baixo ligados o tempo todo, uma “cozinha” sonora de respeito, bons riffs e solos de guitarra e, é claro, vocais rasgados e grudentos.
No CD 01, destaques para a faixa de abertura, o já comentado e inédito ‘single’ “Yesterday”, “Through The Eyes Of A Child”, “Moments Like This” e para “Serpentine”, faixa que encerra o 1º “tracklist’. No CD 02, destaques para “Star”, “Strong”, “Angels Fly” e para “Josephine (version 2010).
“Eleven” é um ótimo álbum, uma coletânea que presenteia os fãs e uma grande oportunidade para quem não conhece a banda, de conhecê-la e assim descobrir seu bom trabalho.
Confiram o clip de "Alright" e digam o que acham nos comentários:
Conheci esta banda e vi o post aqui:
O novo projeto de Ben Harper com o filho de George Harrison: o grupo Fistful of Mercy, celebra o folk!
Celebrando a folk music dos anos 60 e 70, o grupo Fistful of Mercy reúne o badalado Ben Harper com Dhani Harrison, filho de George Harrison dos Beatles, e Joseph Arthur, talentoso músico e compositor americano, descoberto por Peter Gabriel, no meio dos anos 90.
Individualmente muito competentes, ao somarem forças, provaram que a química deu certo no álbum de estreia: As I Call You Down, com nove faixas que mantém uma coerência e uma atmosfera envolvente, principalmente por terem surgido de forma espontânea; segundo o relato feito em fevereiro deste ano, eles rumaram para o Carriage House Studio, em Los Angeles, com apenas três dias agendados e sem nenhuma composição já pronta; Harrison chegou a dizer que pensou que apenas faria uma participação no trabalho de Joseph Arthur e perguntou ao chegar: “Quais são as músicas?”; Joseph respondeu: “Elas não existem ainda!”.
Depois de três dias de um trabalho intenso, surgiu este disco de base acústica e o nome da banda,derivado de uma das canções do disco. Esta interessante aventura bem ao estilo retrô, remonta à época em que os conjuntos eram uma reunião de amigos que gostavam de ficar no estúdio juntos e experimentado novas possibilidades criativas. Segundo Harrison, esta experiência foi totalmente “wilbury”, em referência ao grupo criado por seu pai nos anos 80, Travelin’ Wilburys, em que George Harrison estava ao lado de Roy Orbinson, Bob Dylan, Jeff Lynne e Tom Petty.
Prontas estas bases e com o grupo muito animado, Dan convocou o lendário baterista Jim Keltner, um velho amigo da família, que colocou a percussão no disco, somada ao baixo também posteriormente colocado por Arthur e a “slide guitar” colocada por Harper. Este clima inspirado e nostálgico acabou refletindo em algumas composições como “Things Go ‘Round”, que lembra a ideia de “Instant Karma” de John Lennon, em que o mundo reflete imediatamente as ações de seus habitantes, ou clima de jam session em "Father’s Son”. Impossível não se deliciar com os vocais dos três, presentes em todas as músicas, ora em harmonia, ora se revezando; vocais que trazem lembranças que vão de Beatles a Crosby, Stills, Nash & Young e deixam a dica que a sofisticada harmonia de vocais faz falta no pop atual.
Fistful of Mercy - As I Call You Down
Como sempre vejo tudo aqui:
Individualmente muito competentes, ao somarem forças, provaram que a química deu certo no álbum de estreia: As I Call You Down, com nove faixas que mantém uma coerência e uma atmosfera envolvente, principalmente por terem surgido de forma espontânea; segundo o relato feito em fevereiro deste ano, eles rumaram para o Carriage House Studio, em Los Angeles, com apenas três dias agendados e sem nenhuma composição já pronta; Harrison chegou a dizer que pensou que apenas faria uma participação no trabalho de Joseph Arthur e perguntou ao chegar: “Quais são as músicas?”; Joseph respondeu: “Elas não existem ainda!”.
Depois de três dias de um trabalho intenso, surgiu este disco de base acústica e o nome da banda,derivado de uma das canções do disco. Esta interessante aventura bem ao estilo retrô, remonta à época em que os conjuntos eram uma reunião de amigos que gostavam de ficar no estúdio juntos e experimentado novas possibilidades criativas. Segundo Harrison, esta experiência foi totalmente “wilbury”, em referência ao grupo criado por seu pai nos anos 80, Travelin’ Wilburys, em que George Harrison estava ao lado de Roy Orbinson, Bob Dylan, Jeff Lynne e Tom Petty.
Prontas estas bases e com o grupo muito animado, Dan convocou o lendário baterista Jim Keltner, um velho amigo da família, que colocou a percussão no disco, somada ao baixo também posteriormente colocado por Arthur e a “slide guitar” colocada por Harper. Este clima inspirado e nostálgico acabou refletindo em algumas composições como “Things Go ‘Round”, que lembra a ideia de “Instant Karma” de John Lennon, em que o mundo reflete imediatamente as ações de seus habitantes, ou clima de jam session em "Father’s Son”. Impossível não se deliciar com os vocais dos três, presentes em todas as músicas, ora em harmonia, ora se revezando; vocais que trazem lembranças que vão de Beatles a Crosby, Stills, Nash & Young e deixam a dica que a sofisticada harmonia de vocais faz falta no pop atual.
Fistful of Mercy - As I Call You Down
Como sempre vejo tudo aqui:
The Final Frontier - Director's Cut o novo clip do Iron Maiden
Ainda com poucas visualizações o novo clip do Iron Maiden The Final Frontier - Director's Cut você confere aqui no blog,.
The Final Frontier - Director's Cut
Iron Maiden | Vídeos de Música do MySpace
The Final Frontier - Director's Cut
Iron Maiden | Vídeos de Música do MySpace
"AQUA" o novo cd do ANGRA e pra comemorar uma mini entrevista com Edu Falaschi

Depois de muito mistério, a banda paulistana ANGRA anunciou o título oficial do seu sétimo álbum gravado em estúdio: “Aqua”. Este será o primeiro trabalho em quatro anos e celebra o retorno do baterista Ricardo Confessori ao line up do grupo.
“Aqua”, que significa “água” em Latim, representa a continuidade do estilo único que projetou o ANGRA no mercado mundial. Sua incrível habilidade de mesclar as mais inusitadas formas musicais, transcendendo do Erudito ao Metal, do Folclórico ao Moderno, do Pop ao Experimental, assume hoje um patamar de relevância incontestável, descrito em cada detalhe que permeia a atual obra.
A experiência de músicos da estirpe de Eduardo Falaschi (vocalista), Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro (guitarristas), Felipe Andreoli (baixista) e Ricardo Confessori (baterista) é um dos aspectos que saltam imediatamente aos ouvidos após uma breve audição de “Aqua”. Instrumentistas estes, que em um importante momento de suas carreiras, encontraram o ponto culminante estilístico unindo execução precisa, bom gosto, experimentalismo consciente, agregados a temas cativantes.
Abaixo está a mini entrevista exclusiva que o Edu concedeu para o COM40:
Com40: Edu, em primeiro lugar obrigado por conceder essa mini entrevista para o COM40 e gostaria de saber como foi pra você ficar longe do Angra nesses 4 anos?
Edu: na verdade foram 2 anos sem angra, mas estive bem ocupado com o Almah e outros eventos. Claro que senti saudades dos fãs do ANGRA e de nosso trabalhos mas ja voltamos a mais de um ano e meio! e agora sai o novo CD e destruiremos tudo.
Com40: Como surgiu a ideia de fazer um disco conceitual inspirado na última obra de Shakespeare?
Edu: dessa vez quem trouxe o conceito fui eu, eu estive pesquisando muito durante a passada ideia de lançar um livro de Manga do Fragile Equality e um dos assuntos foi esse da A TEMPESTADE e ai joguei essa ideia pra banda e eles abraçaram!
Com40: Assim como a "AQUA" se transforma o que houve de mudanças no Angra com a volta do Ricardo?
Edu: A banda toca mais solta basicamente, mas na verdade naum mudamos muito, quem teve que se adaptar na verdade foi o Ricardo que entrara numa banda com um sistema de trabalho de 10 anos.
Com40: A capa do novo cd está maravilhosa, soube que desta vez não foi a Isabel de Amorim quem fez, mesmo estando muito com a cara dela, quem foi o artista desta vez?
Edu: Gustavo Sazes, o Mago da arte gráfica no Brasil!
Com40: Edu, o que os fãs do Angra podem esperar nesta nova tour?
Edu: Será incrivel, será a melhor tour, em qualidade tecnica, sonora e visual...estamos trabalhando pra isso....
Com40: O ALMAH continua paralelo, tem projeto pra novo álbum?
Edu: Sim, ja estamos compondo. mas disco mesmo so mais pra frente! 2011 quem sabe!?
Com40: To sabendo também que você está atacando de produtor como está sendo isso pra você?
Edu: Ta sendo muito bancana, na verdade eu já produzo faz tempo, afinal eu produzi o primeiro album do Symbols, entre outros. Mas é demais trabalhar com essas duas bandas ARTEMIS e STILL ALIVE.
Com40: "AQUA" já tem data para sair no Japão (31 de Julho) é no Brasil quando podemos esperar o lançamento?
Edu: Em agosto lá pelo dia 11!
Com40: Eu não soube até agora de participações especiais no "AQUA" elas existem?
Edu: Algumas, mas nada de gente famosa, chamamos artista q contribuíssem musicalmente!
Com40: Bom Edu, desejo toda aquela coisa pra você e pro ANGRA sabe que vivi um pedacinho da historia da Banda e sei como é a vida na estrada, por falar nisso, ja tem data pra começar aqui no Brasil?
Edu: começaremos em meados de Agosto!!!!
Com40: Pra finalizar o que você tem escutado ultimamente pra deixar de dica aqui pra gente?
Edu: Muse, Artemis, Still Alive e Holyness

Mais uma vez obrigado Edu pelo carinho de sempre e vamos pra estrada quebrar tudo!
Ed Kowalczyk,vocalista do grupo Live, estreia em carreira solo

Seja sincero, se não fosse pela voz e pela careca você saberia dizer quem é ED KOWALCZYK?
Ed Kowalczyk, amplamente conhecido como o vocalista / líder / guitarrista da banda Live, construiu um currículo invejável que inclui oito álbuns de estúdio, alguns milhões de CDs vendidos, uma enorme base de fãs internacionais e uma extensa peregrinação de shows por todo o mundo.
O Live tem sido uma das mais bem sucedidas e duradouras bandas de rock alternativo da década de 1990 e 2000. Reciclando um pouco sua carreira, Ed lança seu primeiro disco solo 'Alive', que chega às lojas agora em julho; o primeiro single do disco é Grace e com uma nova banda composta por Ramy Antoun(bateria),Chris Heerlein(baixo), Adam Kowalczyk (guitarra e vocais) e James Gabbie(guitarra), já sai em tour pela Europa.
As primeiras críticas ao disco têm sido positivas, reforçando a boa fase de seu vocal e as composições inspiradas.
E como sempre selecionei 3 faixas da minha escolha, uma delas tem o nome do meu cachorro ZION que se colocassem para eu ouvir falaria sem pensar...isso é LIVE.
Tirem suas proprias conclusões.
Drive
The Great Beyond
Zion
#dicamusicales O Novo vídeo de Ozzy - "Let Me Hear You Scream"
Removeram o vídeo anterior então vamos com esse aqui ao vivo.
#Dicamusicales Jack Johnson - " You And Your Heart
Apesar do disco ter sido lançado agora o clip já está com mais de um milhão de exibições, também "pudera" e muito legal o clip, alias como quase todos do JJ.
Jack Johnson implaca mais um disco "To The Sea"
Em 1 de fevereiro de 2010, o website oficial de Johnson anunciou que ele estava trabalhando em seu mais novo álbum intitulado To the Sea, que estava sendo gravado no Mango Tree Studio.
O álbum foi lançado oficialmente em 1 de junho agora e já alcançou o Primeiro lugar nas paradas dos Estados Unidos e em vários outros países. A nota no site também anunciava uma turnê de divulgação pela europa.
O primeiro single do álbum To the Sea é a canção "You and Your Heart" que você confere logo abaixo com mais duas faixas do novo disco.
Lembro quando conheci o som do Jack Johnson trabalhava em uma grande loja de surf em Moema -SP, que alias foi onde conheci a mãe do Enrico.
Esse disco achei mais rock, com um pouco mais de guitarras e tal...mas logo nos primeiros acordes de violão já sabemos que trata-se de Jack Johnson, musiquinha que obrigatoriamente devemos ter no case dentro do carro, principalmente quando se tem namorada, esposa, e afins. E aquele sonzinho que pode dar início a uma noite daquelas....inesquecíveis e mudar sua vida pra sempre, palavras de quem sabe o que está falando.
Espero que gostem e curtam bastante.
You And Your Heart
To The Sea
From The Clouds
Ozzy mostra em "Scream" que ainda tem muita lenha pra queimar... AMÉM

Esperado para estar nas lojas no dia 21 de junho, você já pode curtir 4 faixas do álbum por aqui.
SCREAM, o décimo álbum de estúdio da carreira solo de Ozzy Osbourne, demorou três anos em relação ao seu último e premiado disco “Black Rain”. Produzido, como o trabalho anterior pelo próprio Ozzy e por Kevin Churko, apresenta como primeiro single “Let Me Hear You Scream”. O disco foi gravado em Los Angeles, no estúdio caseiro de Ozzy, que ele chama de “The Bunker” e todas as canções são de Ozzy em parceria com Churko.
Este disco marca a estreia do novo guitarrista da banda de Ozzy, Gus G; o restante da banda é composto por: Blasko no baixo, Tommy Clufetos na bateria e Adam Wakeman (filho do histórico tecladista Rick Wakeman, que chegou a gravar com o Black Sabbath) nos teclados.

Ozzy, Toninho e Pedrão a foto e de Pati Patah eu tava logo ali morrendo de inveja, mas o troféu fui eu quem mandou fazer...hehehe. Essa foto foi em 2008 no show do Ozzy no "chiqueiro" alias um dos melhores shows da minha vida!
Let It Die
Let Me Hear You Scream
Crucify
I Love You All
.....Amém, Ozzy!

Meus bons tempos de Rock Brigade....
Aos 40 anos de carreira, Tom Petty lança novo disco - "MOJO"

Uma série de acontecimentos recentes fizeram Tom Petty repensar toda sua vida musical. Não... Isto não significa aqueles ataques bobos de mudar rumos para ficar moderninho ou se tornar um crente místico, muito pelo contrário, é simplesmente o fogo do rock crepitando na alma daqueles que são seus verdadeiros seguidores. Petty não é um típico roqueiro em termos de adereços caricatos; ele tem rock na veia, pertence a nata, a subgêneros ou a gêneros seminais.
O fato de ter reunido sua primeira banda, o Mudcrutch, em 2008, foi a primeira etapa; lançar no ano passado o cd quádruplo, de gravações ao vivo, cobrindo toda carreira dos seus Heartbreakes foi outro sinal e ganhar o documentário “Runnin Down a Dream”, de quatro horas, dirigido por Peter Bogdanovich, que fala de sua incrível carreira, só poderia ter um resultado revelador e este resultado acabou virando um disco “MOJO”, que é um daqueles discos inacreditáveis de como uma pessoa com tantas anos de carreira pode ainda surpreender; é como ver aquele jogador mais que veterano, marcando um golaço!
Neste disco, Petty volta rejuvenescido, tocando com liberdade e experimentando; ele próprio comenta que este disco é como se o público pudesse ver o momento mais íntimo da banda tocando.
O repertório é do típico rock americano que passeia pelo country, pelo blues, hora em uma vigorosa pegada elétrica, hora com a suavidade acústica. 'MOJO' tem muito do espírito de sua banda Mudcrutch, na qual tocava baixo no começo dos anos 70; a concepção deste disco foi criar algo como uma gravação ao vivo, sem as centenas de maquiagens que as gravações em estúdios modernos acabam fazendo nos discos.
Algo parecido com o que seu amigo Bob Dylan tem feito ultimamente. O resultado foi este então: um disco sincero, direto e que mostra um veterano ensinando como manter a energia por mais de 40 anos…
Aqui tem 3 faixas que selecionei:
Jefferson Jericho Blues
Candy
No Reason To Cry
Achei no Blog do Maia:
Descoberta de múmia atrasa as obras do Metrô em São Paulo
Uma das maiores descobertas arqueológicas já feitas aconteceu onde menos se esperava: nas obras do Metrô. No dia 13 de fevereiro passado, operários escavavam manualmente uma galeria, num trecho entre as duas novas estações na Zona Oeste, quando esbarraram em algo incomum e assutador.
A polícia científica foi acionada e, ao ouvir a descrição de um dos operários, imediatamente notificou o Departamento de Arqueologia da Universidade Federal. Dois professores foram enviados ao local e após uma breve análise, constataram se tratar de uma urna funerária.
Após 12 dias de cuidadosas escavações, os arqueólogos conseguiram remover o artefato. A grande surpresa veio quando ele foi aberto, havia uma múmia muito bem preservada. “Esta é com certeza a maior descoberta arqueológica já feita no Brasil” afirmou o professor Isaac Koenig.
Um teste preliminar com carbono 14 estimou que a múmia tem entre 760 a 810 anos de idade. De acordo com os professores, sabe-se que nativos da tribo Guarani Tupac Amaru viveram nessa região entre os anos 1100 a 1530, entretanto nenhuma prova ou evidência de mumificação tinha sido encontrada.
A múmia foi levada até a sede do Departamento de Arqueologia, onde foi submetida a exames mais complexos. Não foram revelados detalhes, mas fontes seguras afirmaram ser um tipo de múmia nunca antes visto. Segundo informações, a múmia apresenta 7 cores espalhadas pelo corpo. Os responsáveis negam as informações “Não temos nada a declarar por enquanto”, disse o professor Moisés Hollanda.
Após 3 meses de sigilosos estudos, algumas fotos, chapas de raios X e relatórios vazaram da Universidade Federal e confirmaram que as informações sobre as 7 cores no corpo da múmia. Também pode ser notado um estranho objeto em sua mão, com 7 objetos fossilizados das mesmas cores. O exame de raio X revelou ainda objetos semelhantes na região abdominal da múmia.
O professor Moisés Hollanda e outros arqueólogos responsáveis foram procurados pela reportagem, mas nenhum deles quis se manifestar sem uma autorização oficial da reitoria da universidade.
Enquanto o mistério permanece, sabe-se que o “Tatuzão”, escavadeira de grande porte, está proibido de operar e as escavações no trecho que continuam sendo feitas manualmente. Sinal claro de que deve haver mais descobertas.
Confira os vídeos da Múmia:
Depois de exaustivas pesquisas e testes, cientistas e professores finalmente descobriram o motivo da “múmia multicolorida” e dos 7 objetos fossilizados.
Tudo não passou de um viral do novo MENTOS RAINBOW, que vem com 7 cores e, consequentemente, 7 sabores.
Fala sério quanta criatividade.
Vi aqui:
#dicamusicales "Something for Everybody" novo disco do DEVO

Depois de vinte anos sem lançar um disco, seria muito querer pressa no lançamento do mais novo do grupo; muito se anunciou, muito se especulou... A banda já fez bons shows neste ano, mas só na próxima semana chega às lojas o disco “Something for Everybody”, de um dos grupos mais originais da música pop: Devo! Sempre inovador em sua carreira, o grupo tem usado de forma perfeita os recursos da tecnologia como as ferramentas da web, para conseguir o máximo de interatividade com seus fãs, sendo que desta vez o detalhe foi deixar o repertório final do disco na mão dos fãs eu selecionei três faixas aqui pra vocês.
Como sempre "tunguei" daqui:
Fresh
What We Do
Step Up
Lembra muito os bons tempos, não!!!
Deixe seu comentário.
#dicamusicales - Crash Test Dummies volta com disco novo...
O grupo canadense Crash Test Dummies estreou na música no início dos anos 90, lançando o primeiro disco, The Ghosts That Haunt Me, que fez um relativo sucesso em sua terra natal. Porém, em 1993, com o disco God Shuffled His Feet, o grupo explodiu em todo mundo, graças ao hit "Mmm Mmm Mmm Mmm"; o estranho título deste single deu sorte ao Crash e esta música, até hoje, frequenta as programações de rádio em todo o mundo; no Brasil, foi uma das músicas mais tocadas de 1993.
Sem emplacar outro hit desta proporção, o grupo foi caindo no esquecimento e mesmice. O grande diferencial do grupo é a voz possante de Brad Robert, que lançou alguns discos solo. Durante os anos 2000, o grupo continuou lançando discos sem chamar muito a atenção. Prometendo agora buscar o tempo perdido, o grupo vem com energia neste novo disco, Oooh La La, e chamou o experiente produtor Stewart Lerman, para renovar a sonoridade da banda. Para esta renovação, Leman e Robert foram fundo na busca de sonoridades dos anos 70 e descobriram coisas como o “Optigan” (repare sua sonoridade na introdução da faixa “You Said You'd Meet Me” ) uma espécie de sampler pré-histórico, que nasceu como um brinquedo fabricado pela Mattel. E assim, pelo disco todo, vários instrumentos estranhos, na maioria, originários de brinquedos, vão ajudando a compor a sonoridade, como na faixa “Paralyzed”, na qual o destaque é o “Omnichord”. Este clima experimental e poético deu ao disco um tom moderno e arejado, mas a voz de Brad Robert continua um instrumento à parte e consegue dar climas extramente densos às músicas. “Canções alegres são difíceis de compor, principalmente se falam de amor, mas agora me sinto mais a vontade com isso; a idade me trouxe um jeito melhor de falar de certas coisas.” - enfatiza Brad. Sem tocar junto, ao vivo, desde 2004, o grupo parte para um tour de promoção deste álbum, que você experimenta, ouvido cinco das onze faixas presentes neste lançamento.
Este post eu achei no Blog do Maia
Separei 3 faixas do novo disco:
And is Beautiful
In Between place
Not Today Baby
Sem emplacar outro hit desta proporção, o grupo foi caindo no esquecimento e mesmice. O grande diferencial do grupo é a voz possante de Brad Robert, que lançou alguns discos solo. Durante os anos 2000, o grupo continuou lançando discos sem chamar muito a atenção. Prometendo agora buscar o tempo perdido, o grupo vem com energia neste novo disco, Oooh La La, e chamou o experiente produtor Stewart Lerman, para renovar a sonoridade da banda. Para esta renovação, Leman e Robert foram fundo na busca de sonoridades dos anos 70 e descobriram coisas como o “Optigan” (repare sua sonoridade na introdução da faixa “You Said You'd Meet Me” ) uma espécie de sampler pré-histórico, que nasceu como um brinquedo fabricado pela Mattel. E assim, pelo disco todo, vários instrumentos estranhos, na maioria, originários de brinquedos, vão ajudando a compor a sonoridade, como na faixa “Paralyzed”, na qual o destaque é o “Omnichord”. Este clima experimental e poético deu ao disco um tom moderno e arejado, mas a voz de Brad Robert continua um instrumento à parte e consegue dar climas extramente densos às músicas. “Canções alegres são difíceis de compor, principalmente se falam de amor, mas agora me sinto mais a vontade com isso; a idade me trouxe um jeito melhor de falar de certas coisas.” - enfatiza Brad. Sem tocar junto, ao vivo, desde 2004, o grupo parte para um tour de promoção deste álbum, que você experimenta, ouvido cinco das onze faixas presentes neste lançamento.
Este post eu achei no Blog do Maia
Separei 3 faixas do novo disco:
And is Beautiful
In Between place
Not Today Baby
Novo single do Arcade Fire....
O grupo Arcade Fire anunciou o lançamento de um vinil com músicas inéditas, colocando no seu site oficial uma prévia.Com uma bem sacada forma tecnológica, interessante e interativa, é possível fazer até um scratch no vinil, confira abaixo!
coisas legais eu sempre "tungo" do Blog do Maia.
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