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O Poder da Comunicação

Esse texto foi criado pelo meu amigo e parceiro Agnaldo Ribeiro, ahhh o vídeo também! PARABÉNS!!

Fase de testes

Pessoal,

É com muita satisfação que entramos em fase de testes da COM 40 Web Rádio, nesse período pedimos "muita calma nessa hora" o trabalho é muito complicado e são muitos os detalhes.

O player que está acima deste post e provisório para testes, ele demora um "pouco" pra carregar então não chute sua máquina e não julgue sua conexão com a  internet...

Nessa fase "experimental" é muito importante que você que acessou o blog nos diga o que está acontecendo e contamos muito com seus comentários.

Nossa web não terá (por enquanto) locuções ao vivo mas estaremos sempre juntos via twitter, siga agora mesmo o twitter oficial do blog e aguarde o que vem por ai.

Posso garantir a todos que aqui na COM40 Web Rádio você vai escutar o que não escuta por ai....muito Rock de todas as épocas e estilos, Blues, Reggae, Lounge, Trip - Hop e muito mais.

Pedimos um pouco de paciência, que a bagaça é muito complicada e requer muita atenção, se você tiver sorte de pegar alguma programação no ar, deixe seu comentário, nessa altura do campeonato é MUITO IMPORTANTE para que possamos fazer os ajustes finais.

"AQUI O PREVISÍVEL NÃO ACONTECE"

Muito obrigado!

Claudio Anjo

Conheça a prancha de surfe mais tecnológica do mundo

Que tal fazer uma manobra radical de surfe e descobrir uma série de informações como a velocidade e sua inclinação em relação à prancha? Isso já é possível, graças a uma prancha de surfe fabricada pela Pukas Surf, a principal produtora e distribuidora de pranchas de surfe na Europa, em parceria com a Tecnalia, uma empresa especializada em pesquisa e inovação. A prancha está auxiliando essas empresas no desenvolvimento de uma minuciosa pesquisa sobre o comportamento mecânico desses objetos tão venerados pelos surfistas.

A maior parte das inovações sofridas pelas pranchas ao longo do tempo até agora, assim como as análises das técnicas do esporte, foram muito mais na base da intuição, observação e no sistema de tentativas de “erro e acerto”. A pesquisa visa transformar o “feeling” de projetistas e esportistas em algo mensurável, que possa contribuir para a produção de novas pranchas de surfe muito melhores e mais precisas, principalmente para competidores.


Essa prancha produzida pela Pukas e Tecnalia, além de exibir um bonito design, também conta com dispositivos tecnológicos embutidos, como giroscópio, acelerômetro, GPS e bússola. Com isso, a performance de todos os surfistas de elite convidados para participar do projeto, como Aritz Aranburu, Hodei Collazo e Kepa Acero, tem sido avaliada de modo detalhado. Essas análises também serão muito valiosas para que os surfistas possam melhorar suas técnicas de surfe, através dos parâmetros de movimentos que estão sendo captados pela pesquisa.

Existe também na prancha uma espécie de mini-computador, para que os dados obtidos possam ser transferidos para o laboratório de pesquisa, gerando gráficos e bancos de dados, com informações que podem ser comparadas e analisadas. Os testes no laboratório incluem a medição da rigidez e flexibilidade das pranchas e de sua resistência à quebra.

As novas pranchas que serão fabricadas a partir os resultados obtidos na pesquisa ainda não têm previsão de serem lançadas no mercado. Pelo jeito vai ficar cada vez mais difícil para os surfistas culparem a prancha ao “tomarem um caixote” de alguma onda.


Pukas - Tecnalia Surfsens project from Pukas Surf on Vimeo.

Via: Gizmodo Brasil.

Slater realiza desejo de Irons com o deca mundial e nota 10 na decisão

Andy Irons tinha previsto, mas não conseguiu ficar para ver. Apostava que seu maior adversário, antigo desafeto, iria conquistar o décimo título mundial neste ano. Ainda em Portugal, há três semanas, o havaiano tricampeão abraçou-o, olhou-o nos olhos e disse "Estou feliz por você". Se estivesse na Praia de Middles, em Porto Rico, teria participado da festa. Mesmo doído, Kelly Slater competiu, por Irons. Venceu, por Irons. E arrumou a melhor das maneiras de afastar a tristeza. Com notas 9,00 e 9,87 em uma bateria de gala, nas quartas, contra o brasileiro Adriano de Souza, o Mineirinho, o maior surfista de todos os tempos levou, por antecipação, o Circuito Mundial. Pela décima vez. Não estava satisfeito. Queria mais um dez. Ele veio em uma onda perfeita na final, contra o australiano Bede Durbidge. Taça da etapa, 45ª vitória na carreira. Na areia, foi engolido pela multidão. No pódio, engoliu o choro para conseguir falar.

- Se não fosse pelo Andy, não teria chegado até onde cheguei. Quero dedicar esse título a ele, à família dele e à minha família - disse.

Em todos os esportes, apenas um atleta, já aposentado, conquistou mais títulos que Slater: o italiano Giacomo Agostini, 15 vezes campeão na motovelocidade.

O surfista americano, de 38 anos - campeão em 1992, 1994 a 1998, 2005, 2006 e 2008 -, só precisava chegar às semifinais em Porto Rico. Mineirinho não conseguiu pará-lo nas quartas. Jordy Smith, único que podia ser campeão, não tem mais chances de alcançá-lo. A etapa final, no Havaí, casa de Irons, será apenas para homenagens.

Irons, que já foi um desafeto, morreu como amigo. E a rivalidade entre eles foi desmistificada em imagens. O filme "Fly in Champagne", lançado no ano passado, mostrava o que os surfistas chamaram de Projeto AI_Slater. Correram o mundo em busca de ondas perfeitas.

- Há muita ficção entre nós. Comecei a acreditar no que estava lendo, comecei a entrar no personagem e isso atrapalhou muito minha relação com o Kelly - dizia Irons no filme.
Eram personagens fortes, irresistíveis, que fizeram com que o surfe ganhasse mais visibilidade. A história do "bad boy" Andy Irons casava perfeitamente com a imagem do mocinho Kelly Slater.

- A imprensa criou um monstro. Essa rivalidade nos consumiu. As pessoas queriam nos ver como rivais - disse o americano, no filme.

Na terça-feira, Slater viu uma notícia que parecia um pesadelo. Andy Irons tinha morrido depois de ter deixado Porto Rico, rumo ao Havaí. O título mundial passava a ser algo insignificante.
Mas Slater queria competir. Foi em campeonatos que conheceu Irons. Sabia que o havaiano, se pudesse, mandaria todos voltarem às disputas. Para que o título mundial fosse para a última etapa da temporada, no Havaí - justamente a terra de Irons -, teria que perder. E Jordy Smith não podia decepcionar. A estrela do americano - ou do havaiano - brilhou mais forte.

Irons teria gostado de ver a nota 10 do amigo Taj Burrow, pouco antes da decisão do título. O australiano igualou a façanha que somente a brasileira Silvana Lima, durante a semana, tinha conseguido. Taj conseguiu a nota máxima na bateria contra o americano Dane Reynolds. E vai enfrentar Slater nas semifinais.

O roteiro parecia bom para o americano. Mineirinho enfrentaria Taylor Knox, um dos melhores amigos do eneacampeão. Mas o brasileiro quis mudar a história. Venceu o americano e travou outro duelo contra o careca.

Slater se alongou dentro da área de atletas, justamente ao lado de Jordy Smith. Chegou à beira sete minutos antes do início. Ainda na areia, parou, abaixou a cabeça e assim ficou por um minuto.

Entrou na água e deixou passar a primeira onda. Viu que a segunda era boa e remou forte em direção a ela. O esforço valeu. Um tubo, uma rasgada e uma nota 9,00. Mas Slater não queria nove, queria dez, dez títulos mundiais. Mineirinho viu uma onda se formar e a ignorou. O americano entubou de novo, e duas vezes. Saiu dele já comemorando e finalizou o show com um cut back. Faltavam ainda 21 minutos.

Mineirinho ainda não tinha pego nenhuma onda. Slater foi em outra onda. Deu um aéreo, tirou 8,10, descartado. Era pouco para o maior surfista da história. O brasileiro esboçou uma reação: 6,33 e 8,03. Mas era pouco. Pouco quando se está diante do maior da história.

Já sem chance, Jordy Smith quis acompanhar de perto. Entrou na água dez minutos antes do início de sua bateria. Viu o americano pegar mais uma onda e estendeu a mão, em reverência. Um rápido cumprimento. Um pequeno gesto para o maior da história.

Dez títulos em 20 anos no Circuito Mundial. O palco, um lugar que ele frequentava quando ainda era um menino baixinho e cabeludo.

- Eu não surfava aqui desde 1988. vinha muito aqui, é como minha segunda casa - disse.

O caneco já era dele. Voltou para as semifinais. Mais um show, agora contra Taj. Duas notas 8,17.

- Foi o troco por ele ter acabado comigo no ano passado em Pipeline.

Slater teve pouco tempo para recuperar as forças. No mar, antes bateria final, um minuto sem remar, sem falar. Minuto de silêncio em memória de Andy Irons. Bede Durbidge era o adversário. Slater saiu na frente, de novo. Nota 8,77. E, para fechar, claro, um 10,00.

Agora, sim, Slater pode descansar. Talvez até o dia 8 de dezembro, quando começa o Pipeline Masters, o campeonato de Irons.


Ando com pouco tempo e vi aqui mesmo:

#RIP Andy Irons - Tristeza no mundo do Surfe!

Talvez tímidas, as ondas de Middles se esconderam. Não era dia de competição, vitórias ou derrotas. Era dia de chorar uma perda. Cabisbaixos, ainda abatidos, os surfistas do Circuito Mundial saíram de seus hotéis nesta quarta-feira e fizeram um tributo a Andy Irons, três vezes melhor do mundo (2002/2003/2004), morto na véspera. Uma homenagem em um mar onde o havaiano sequer chegou a surfar.

Em respeito à morte do surfista, o campeonato só voltará na sexta-feira.

 Na terça-feira, Irons foi encontrado morto em um quarto de hotel, em Dallas. No fim de semana anterior, ele esteve em Isabela, mas, sentindo-se mal, desistiu de competir. Ele tinha sido picado pelo mosquito da dengue na etapa anterior, em Portugal. Abriu mão do campeonato porto-riquenho e, em vez de procurar um hospital, decidiu encarar uma longa jornada de volta para casa. No Havaí estava Lyndie, sua esposa, grávida de oito meses.

A escala em Dallas foi demais para Andy. Hospedou-se em um hotel para recuperar as forças, mas não resistiu. Médicos que analisam o caso encontraram cápsulas de metadona - substância que tem efeitos similares ao da morfina - ao lado da cama e cogitam que esta foi a causa da morte. Qualquer medicamento, em doentes com dengue, pode ser fatal.

Nesta quarta, a cerimônia foi liderada pelos amigos havaianos Roy Powers e Dusty Payne, mas todos os surfistas do Circuito Mundial apareceram por lá. Entre eles, claro, Kelly Slater, o maior adversário de todos os tempos. Se a competição continuar, o americano poderá conquistar o decacampeonato por antecipação.

- Foi bom ver todo mundo junto, ter a chance de falar sobre ele, sobre nossas lembranças: um pequeno riso, um choro. Andy era um cara muito dinâmico. Podia ser feroz na água e um doce na areia. Andy tinha tantos lados. Terei um milhão de lembranças diferentes dele.

Bicampeão mundial (2007 e 2009), Mick Fanning também estava emocionado. Em 1998, o australiano perdeu o irmão, Sean, em um acidente de carro.

- Só de remar e mostrar nosso respeito ao Andy, por sua família, já é muito bom para nós. Estamos todos sofrendo muito - disse.

Vi aqui:

5 Videoclipes Que Não Passariam no Anti-Doping

Volta e meia o mundo da música produz algum vídeo onde o uso de substâncias aparece, seja de forma explícita ou sugerida.

Esses são os 5 vídeos que eu considero os melhores. (eu concordo e "tunguei" o post)


5. The Salmon Dance – The Chemical Brothers

A lista começa com um vídeo que, para mentes inocentes, não passa de algo fofo ou engraçadinho. Peixes que cantam e um rapaz que se diverte assistindo.




4. Hey Boy, Hey Girl – The Chemical Brothers

O quarto lugar vai também para a banda que tem produtos químicos até no nome.

A história da garota que quebra o braço e começa a ver as pessoas com visão raio x é sutil, mas tem vários detalhes que dão o recado, como a cena com a água mineral no banheiro. Para bom entendedor…



3. Drunk Girls – LCD Sound System

Talvez o vídeo mais alucinado dos últimos tempos, é difícil descrevê-lo.

Deixo um copy pasta de um comentário feito no Youtube, que define bem o espírito:

    Some day when humans are long extinct, I’m positive that aliens will come to earth and this video will be the one thing they find to tell them about our species…

    Algum dia, quando os humanos estiverem há muito extintos, tenho certeza que alienígenas chegarão na Terra e esse vídeo será a única coisa que eles encontrarão sobre nossa espécie…



2. Because I Got High – Afroman

Um clássico absoluto, na história de um sujeito que trocou tudo pela Maria Joana.

Há uma versão explícita, nada difícil de encontrar, a propósito.



Agora o original.



1. Smack My Bitch Up – The Prodigy

Talvez o videoclipe definitivo envolvendo o mundo das drogas. Tão explícito que há duas versões não censuradas circulando pela rede:

A completa (relativamente fácil de encontrar), e a mais completa ainda, com cenas no melhor estilo Christiane F.

Essa versão é bem mais rara e aparentemente não está disponível em nenhum site de vídeos. Mas confie em mim, ela existe.

O vídeo abaixo é a versão ao vivo, por motivos óbvios.



Achei muito legal esse post no O Fim da Várzea que trouxe ele pra cá.

Alaya Bozo d’Água rumo a mais um título mundial!


Dia 10 de Julho, a equipe Alaya Bozo d’Água viaja para Holanda no mundial de R4 (4 atletas por botes) e concorre nas categorias adultos e sub-21. A delegação terá 14 atletas.

No ano passado, a equipe ganhou o pré-mundial no local e chega na Holanda como favorita.

E o COM40 esteve ontem dia 10/07 na saída da delegação rumo a mais um título.

Mai informações aqui:

Boa Sorte!!

"AQUA" o novo cd do ANGRA e pra comemorar uma mini entrevista com Edu Falaschi


Depois de muito mistério, a banda paulistana ANGRA anunciou o título oficial do seu sétimo álbum gravado em estúdio: “Aqua”. Este será o primeiro trabalho em quatro anos e celebra o retorno do baterista Ricardo Confessori ao line up do grupo.

“Aqua”, que significa “água” em Latim, representa a continuidade do estilo único que projetou o ANGRA no mercado mundial. Sua incrível habilidade de mesclar as mais inusitadas formas musicais, transcendendo do Erudito ao Metal, do Folclórico ao Moderno, do Pop ao Experimental, assume hoje um patamar de relevância incontestável, descrito em cada detalhe que permeia a atual obra.

A experiência de músicos da estirpe de Eduardo Falaschi (vocalista), Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro (guitarristas), Felipe Andreoli (baixista) e Ricardo Confessori (baterista) é um dos aspectos que saltam imediatamente aos ouvidos após uma breve audição de “Aqua”. Instrumentistas estes, que em um importante momento de suas carreiras, encontraram o ponto culminante estilístico unindo execução precisa, bom gosto, experimentalismo consciente, agregados a temas cativantes.

Abaixo está a mini entrevista exclusiva que o Edu concedeu para o COM40:

    Com40: Edu, em primeiro lugar obrigado por conceder essa mini entrevista para o COM40 e gostaria de saber como foi pra você ficar longe do Angra nesses 4 anos?

Edu: na verdade foram 2 anos sem angra, mas estive bem ocupado com o Almah e outros eventos. Claro que senti saudades dos fãs do ANGRA e de nosso trabalhos mas ja voltamos a mais de um ano e meio! e agora sai o novo CD e destruiremos tudo.

    Com40: Como surgiu a ideia de fazer um disco conceitual inspirado na última obra de Shakespeare?

   Edu: dessa vez quem trouxe o conceito fui eu, eu estive pesquisando muito durante a passada ideia de lançar um livro de Manga do Fragile Equality e um dos assuntos foi esse da A TEMPESTADE e ai joguei essa ideia pra banda e eles abraçaram!

    Com40: Assim como a "AQUA" se transforma o que houve de mudanças no Angra com a volta do Ricardo?

   Edu: A banda toca mais solta basicamente, mas na verdade naum mudamos muito, quem teve que se adaptar na verdade foi o Ricardo que entrara numa banda com um sistema de trabalho de 10 anos.

    Com40: A capa do novo cd está maravilhosa, soube que desta vez não foi a Isabel de Amorim quem fez, mesmo estando muito com a cara dela, quem foi o artista desta vez?
 
  Edu: Gustavo Sazes, o Mago da arte gráfica no Brasil!

    Com40: Edu, o que os fãs do Angra podem esperar nesta nova tour?

    Edu: Será incrivel, será a melhor tour, em qualidade tecnica, sonora e visual...estamos trabalhando pra isso....

    Com40: O ALMAH continua paralelo, tem projeto pra novo álbum?
 
   Edu: Sim, ja estamos compondo. mas disco mesmo so mais pra frente! 2011 quem sabe!?

    Com40: To sabendo também que você está atacando de produtor como está sendo isso pra você?
 
  Edu: Ta sendo muito bancana, na verdade eu já produzo faz tempo, afinal eu produzi o primeiro album do Symbols, entre outros. Mas é demais trabalhar com essas duas bandas ARTEMIS e STILL ALIVE.

    Com40: "AQUA" já tem data para sair no Japão (31 de Julho) é no Brasil quando podemos esperar o lançamento?
     Edu: Em agosto lá pelo dia 11!

    Com40: Eu não soube até agora de participações especiais no "AQUA" elas existem?

   Edu: Algumas, mas nada de gente famosa, chamamos artista q contribuíssem musicalmente!

    Com40: Bom Edu, desejo toda aquela coisa pra você e pro ANGRA sabe que vivi um pedacinho da historia da Banda e sei como é a vida na estrada, por falar nisso,  ja tem data pra começar aqui no Brasil?

  Edu: começaremos em meados de Agosto!!!!

    Com40: Pra finalizar o que você tem escutado ultimamente pra deixar de dica aqui pra gente?

    Edu: Muse, Artemis, Still Alive e Holyness




Mais uma vez obrigado Edu pelo carinho de sempre e vamos pra estrada quebrar tudo!

MOMENTOS - Não jogue sua vida fora


Criado por Nuno Rocha, o curta Momentos é uma “micro” história emocionante que, em apenas 7 minutos, faz as pessoas refletirem e perceberem que a vida é uma só e não deve ser desperdiçada.


MOMENTOS from Nuno Rocha on Vimeo.

O projeto Momentos, escrito e dirigido pelo Nuno, foi patrocinado pela LG Portugal para um conceito de “Life’s good” (A vida é boa)

Vi aqui:

SIMPLESMENTE SENSACIONAL!!!!

 Este vídeo apresenta a ganhadora do programa "Ukraine’s Got Talent",  Kseniya Simonova, de 24 anos, desenhando  em uma mesa de areia iluminada, imagens de como as pessoas  foram afetadas pela invasão alemã durante a Segunda Guerra Mundial. Seu talento, é fascinante, e sensibilizou pessoas do auditorio . Ela   ganhou o primeiro prêmio de  £ 75.000,00.
1. cena de um casal sentado, segurando suas mãos, em um banco sob um céu estrelado.
2. os aviões de guerra, desfazem a felicidade
3.um rosto de mulher chora, mas volta a sorrir quando chega uma crianca
4. A guerra retorna,  e a artista joga areia formando o caos, de onde o rosto de uma jovem aparece.
5.Ela rapidamente se transforma em uma velha viúva, com o rosto enrugado e triste
6.essa imagem se transforma no monumento ao Soldado Desconhecido na Ucrânia.
7.Esta cena externa fica emoldurada por uma janela
8.Na cena final, uma mãe e uma criança aparecem do lado de dentro, com um homem parado do lado de fora da casa, pressionando sua mão sobre o vidro, dando adeus.

A Grande Guerra Patriótica, como é chamada na Ucrânia, resultou na morte de  11 milhões de mortos .



Vi aqui:

Homem x Animal

O milionário Damian Aspinall é ambientalista conhecido por seu trabalho de reintrodução de gorilas à vida selvagem. Por meio da Fundação Aspinall, ele cuida dos animais no parque de vida selvagem Howletts, na Inglaterra, e quando os especialistas avaliam que os gorilas estão prontos, eles são inseridos em uma reserva florestal no Gabão, um país do oeste da África.
O vídeo abaixo mostra o incrível e emocionante reencontro entre Aspinall e Kwibi, um gorila que ele criou no parque Howletts e que fora enviado ao Gabão em 2005. Em abril, Aspinall voltou ao Gabão para tentar encontrar Kwibi e, após várias horas chamando pelo animal, ele apareceu. Aspinall estava tenso pois Kwibi havia atacado duas pessoas há alguns anos e não era possível saber sua reação. O animal, no entanto, mostrou lembrar do criador e interagiu com ele de forma carinhosa. Kwibi comeu na mão de Aspinall, abraçou o ambientalista e trouxe sua família para ficar perto dele.
“Isso mostra que animal formidável é o gorila”, diz Aspinall. “Foi uma das maiores experiências da minha vida”

achei aqui: