Gabriel Medina, Part I from Nike Surfing on Vimeo.
INSANO ESSA É A PALAVRA
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Gabriel Medina, guardem bem esse nome!
Vendo esse vídeo a impressão que da e de que estou jogando o Kelly Slater Pro Surfer no PS2!
Bete Pereira musa do bodyboard volta a encarar Pipeline.
Bete Pereira removeu um tumor de 4cm e, recuperada, tenta retornar às competições, entre bicos como faxineira, modelo e apresentadora no Havaí.
O último inverno havaiano foi um recomeço para Elizabeth Pereira, uma baixinha que provoca espanto ao revelar sua idade: 34 anos. Mais espanto ainda quando conta com naturalidade que, em abril, estava dentro de uma sala de cirurgia, diante do risco de morrer ou de ficar paralisada. A bodyboarder retirou um tumor da cabeça. Aos poucos, foi ganhando confiança e voltando ao mar. Encarou Pipeline, o mais famoso pico de surfe do mundo. Sentiu, de novo, que estava de volta ao esporte.
Bete é uma personagem importante no universo do bodyboard. Além de competir, ela dava clínicas do esporte, participava de um projeto social e tentava organizar campeonatos no litoral sul de São Paulo. Em 2008, foi passar férias no Havaí e acabou ficando por lá.
No paraíso do surfe, um rotina pouco glamourosa. Assim como a maioria dos bodyboarders e surfistas que deixam o Brasil para morar no Havaí, ela se sustenta fazendo bicos. Mas o principal deles, a faxina - paga muito bem, ela lembra -, agora se tornou um risco por causa dos produtos químicos. Modelo fotográfica nas horas vagas, está tentando dar os primeiros passos na carreira de apresentadora de TV.
- Acho que o Havaí me salvou. Se morasse no Brasil, não sei se teria me preocupado em saber qual era o meu problema.
Era um dia de agosto de 2009. Bete, depois de pedir emprestado o carro do campeão mundial Paulo Barcellos, saiu do North Shore rumo a Honolulu, junto com uma amiga. Na estrada, desmaiou ao volante. Ao acordar, segundos depois, não se lembrava do que tinha acontecido. Voltou a dirigir e, imediatamente, a ser seguida por três viaturas policiais. A amiga, desesperada, gritava para que ela encostasse o carro no acostamento. Dentro do cérebro da bodyboarder, as informações pareciam não fazer sentido nenhum.
Bete foi levada a um médico, mas, do diagnóstico - um tumor benigno de 4 centímetros - até a operação foram necessários seis meses. O risco era tamanho que não foi possível retirar todo o tumor. Em vez de quimioterapia, preferiu tentar tratamentos alternativos. A cada cinco meses, é submetida a novos exames.
- Eu podia morrer na cirurgia ou então ficar paralisada, caso uma veia fosse atingida. Retiram 60% do tumor. Depois, uma médica, pensando no meu bem, claro, disse que eu ia morrer se não fizesse radiação. Controlo com medicina chinesa, homeopatia e dieta. Fiz o último exame em setembro. Está tudo ótimo, mas tenho que controlar isso pelo resto da vida.
Antes do incidente, Bete tinha certo medo do mar. Surfava com um olho nas ondas, outro no horizonte. Temia ser atacada por um tubarão. Um mês depois da cirurgia, quando tirou os grampos da cabeça, entrou pela primeira vez na água. Sem medo.
- Deitada na cama do hospital, quando vi todo mundo com cara de choro, jurei que, se tivesse uma chance de viver de novo, levaria uma vida muito melhor. Quero ajudar quem passa pelo mesmo problema. Voltar a fazer um trabalho social, mostrar que é possível se curar.
Fonte Globo Esporte:
O último inverno havaiano foi um recomeço para Elizabeth Pereira, uma baixinha que provoca espanto ao revelar sua idade: 34 anos. Mais espanto ainda quando conta com naturalidade que, em abril, estava dentro de uma sala de cirurgia, diante do risco de morrer ou de ficar paralisada. A bodyboarder retirou um tumor da cabeça. Aos poucos, foi ganhando confiança e voltando ao mar. Encarou Pipeline, o mais famoso pico de surfe do mundo. Sentiu, de novo, que estava de volta ao esporte.
Bete é uma personagem importante no universo do bodyboard. Além de competir, ela dava clínicas do esporte, participava de um projeto social e tentava organizar campeonatos no litoral sul de São Paulo. Em 2008, foi passar férias no Havaí e acabou ficando por lá.
No paraíso do surfe, um rotina pouco glamourosa. Assim como a maioria dos bodyboarders e surfistas que deixam o Brasil para morar no Havaí, ela se sustenta fazendo bicos. Mas o principal deles, a faxina - paga muito bem, ela lembra -, agora se tornou um risco por causa dos produtos químicos. Modelo fotográfica nas horas vagas, está tentando dar os primeiros passos na carreira de apresentadora de TV.
- Acho que o Havaí me salvou. Se morasse no Brasil, não sei se teria me preocupado em saber qual era o meu problema.
Era um dia de agosto de 2009. Bete, depois de pedir emprestado o carro do campeão mundial Paulo Barcellos, saiu do North Shore rumo a Honolulu, junto com uma amiga. Na estrada, desmaiou ao volante. Ao acordar, segundos depois, não se lembrava do que tinha acontecido. Voltou a dirigir e, imediatamente, a ser seguida por três viaturas policiais. A amiga, desesperada, gritava para que ela encostasse o carro no acostamento. Dentro do cérebro da bodyboarder, as informações pareciam não fazer sentido nenhum.
Bete foi levada a um médico, mas, do diagnóstico - um tumor benigno de 4 centímetros - até a operação foram necessários seis meses. O risco era tamanho que não foi possível retirar todo o tumor. Em vez de quimioterapia, preferiu tentar tratamentos alternativos. A cada cinco meses, é submetida a novos exames.
- Eu podia morrer na cirurgia ou então ficar paralisada, caso uma veia fosse atingida. Retiram 60% do tumor. Depois, uma médica, pensando no meu bem, claro, disse que eu ia morrer se não fizesse radiação. Controlo com medicina chinesa, homeopatia e dieta. Fiz o último exame em setembro. Está tudo ótimo, mas tenho que controlar isso pelo resto da vida.
Antes do incidente, Bete tinha certo medo do mar. Surfava com um olho nas ondas, outro no horizonte. Temia ser atacada por um tubarão. Um mês depois da cirurgia, quando tirou os grampos da cabeça, entrou pela primeira vez na água. Sem medo.
- Deitada na cama do hospital, quando vi todo mundo com cara de choro, jurei que, se tivesse uma chance de viver de novo, levaria uma vida muito melhor. Quero ajudar quem passa pelo mesmo problema. Voltar a fazer um trabalho social, mostrar que é possível se curar.
Fonte Globo Esporte:
Slater realiza desejo de Irons com o deca mundial e nota 10 na decisão
Andy Irons tinha previsto, mas não conseguiu ficar para ver. Apostava que seu maior adversário, antigo desafeto, iria conquistar o décimo título mundial neste ano. Ainda em Portugal, há três semanas, o havaiano tricampeão abraçou-o, olhou-o nos olhos e disse "Estou feliz por você". Se estivesse na Praia de Middles, em Porto Rico, teria participado da festa. Mesmo doído, Kelly Slater competiu, por Irons. Venceu, por Irons. E arrumou a melhor das maneiras de afastar a tristeza. Com notas 9,00 e 9,87 em uma bateria de gala, nas quartas, contra o brasileiro Adriano de Souza, o Mineirinho, o maior surfista de todos os tempos levou, por antecipação, o Circuito Mundial. Pela décima vez. Não estava satisfeito. Queria mais um dez. Ele veio em uma onda perfeita na final, contra o australiano Bede Durbidge. Taça da etapa, 45ª vitória na carreira. Na areia, foi engolido pela multidão. No pódio, engoliu o choro para conseguir falar.
- Se não fosse pelo Andy, não teria chegado até onde cheguei. Quero dedicar esse título a ele, à família dele e à minha família - disse.
Em todos os esportes, apenas um atleta, já aposentado, conquistou mais títulos que Slater: o italiano Giacomo Agostini, 15 vezes campeão na motovelocidade.
O surfista americano, de 38 anos - campeão em 1992, 1994 a 1998, 2005, 2006 e 2008 -, só precisava chegar às semifinais em Porto Rico. Mineirinho não conseguiu pará-lo nas quartas. Jordy Smith, único que podia ser campeão, não tem mais chances de alcançá-lo. A etapa final, no Havaí, casa de Irons, será apenas para homenagens.
Irons, que já foi um desafeto, morreu como amigo. E a rivalidade entre eles foi desmistificada em imagens. O filme "Fly in Champagne", lançado no ano passado, mostrava o que os surfistas chamaram de Projeto AI_Slater. Correram o mundo em busca de ondas perfeitas.
- Há muita ficção entre nós. Comecei a acreditar no que estava lendo, comecei a entrar no personagem e isso atrapalhou muito minha relação com o Kelly - dizia Irons no filme.
Eram personagens fortes, irresistíveis, que fizeram com que o surfe ganhasse mais visibilidade. A história do "bad boy" Andy Irons casava perfeitamente com a imagem do mocinho Kelly Slater.
- A imprensa criou um monstro. Essa rivalidade nos consumiu. As pessoas queriam nos ver como rivais - disse o americano, no filme.
Na terça-feira, Slater viu uma notícia que parecia um pesadelo. Andy Irons tinha morrido depois de ter deixado Porto Rico, rumo ao Havaí. O título mundial passava a ser algo insignificante.
Mas Slater queria competir. Foi em campeonatos que conheceu Irons. Sabia que o havaiano, se pudesse, mandaria todos voltarem às disputas. Para que o título mundial fosse para a última etapa da temporada, no Havaí - justamente a terra de Irons -, teria que perder. E Jordy Smith não podia decepcionar. A estrela do americano - ou do havaiano - brilhou mais forte.
Irons teria gostado de ver a nota 10 do amigo Taj Burrow, pouco antes da decisão do título. O australiano igualou a façanha que somente a brasileira Silvana Lima, durante a semana, tinha conseguido. Taj conseguiu a nota máxima na bateria contra o americano Dane Reynolds. E vai enfrentar Slater nas semifinais.
O roteiro parecia bom para o americano. Mineirinho enfrentaria Taylor Knox, um dos melhores amigos do eneacampeão. Mas o brasileiro quis mudar a história. Venceu o americano e travou outro duelo contra o careca.
Slater se alongou dentro da área de atletas, justamente ao lado de Jordy Smith. Chegou à beira sete minutos antes do início. Ainda na areia, parou, abaixou a cabeça e assim ficou por um minuto.
Entrou na água e deixou passar a primeira onda. Viu que a segunda era boa e remou forte em direção a ela. O esforço valeu. Um tubo, uma rasgada e uma nota 9,00. Mas Slater não queria nove, queria dez, dez títulos mundiais. Mineirinho viu uma onda se formar e a ignorou. O americano entubou de novo, e duas vezes. Saiu dele já comemorando e finalizou o show com um cut back. Faltavam ainda 21 minutos.
Mineirinho ainda não tinha pego nenhuma onda. Slater foi em outra onda. Deu um aéreo, tirou 8,10, descartado. Era pouco para o maior surfista da história. O brasileiro esboçou uma reação: 6,33 e 8,03. Mas era pouco. Pouco quando se está diante do maior da história.
Já sem chance, Jordy Smith quis acompanhar de perto. Entrou na água dez minutos antes do início de sua bateria. Viu o americano pegar mais uma onda e estendeu a mão, em reverência. Um rápido cumprimento. Um pequeno gesto para o maior da história.
Dez títulos em 20 anos no Circuito Mundial. O palco, um lugar que ele frequentava quando ainda era um menino baixinho e cabeludo.
- Eu não surfava aqui desde 1988. vinha muito aqui, é como minha segunda casa - disse.
O caneco já era dele. Voltou para as semifinais. Mais um show, agora contra Taj. Duas notas 8,17.
- Foi o troco por ele ter acabado comigo no ano passado em Pipeline.
Slater teve pouco tempo para recuperar as forças. No mar, antes bateria final, um minuto sem remar, sem falar. Minuto de silêncio em memória de Andy Irons. Bede Durbidge era o adversário. Slater saiu na frente, de novo. Nota 8,77. E, para fechar, claro, um 10,00.
Agora, sim, Slater pode descansar. Talvez até o dia 8 de dezembro, quando começa o Pipeline Masters, o campeonato de Irons.
Ando com pouco tempo e vi aqui mesmo:
- Se não fosse pelo Andy, não teria chegado até onde cheguei. Quero dedicar esse título a ele, à família dele e à minha família - disse.
Em todos os esportes, apenas um atleta, já aposentado, conquistou mais títulos que Slater: o italiano Giacomo Agostini, 15 vezes campeão na motovelocidade.
O surfista americano, de 38 anos - campeão em 1992, 1994 a 1998, 2005, 2006 e 2008 -, só precisava chegar às semifinais em Porto Rico. Mineirinho não conseguiu pará-lo nas quartas. Jordy Smith, único que podia ser campeão, não tem mais chances de alcançá-lo. A etapa final, no Havaí, casa de Irons, será apenas para homenagens.
Irons, que já foi um desafeto, morreu como amigo. E a rivalidade entre eles foi desmistificada em imagens. O filme "Fly in Champagne", lançado no ano passado, mostrava o que os surfistas chamaram de Projeto AI_Slater. Correram o mundo em busca de ondas perfeitas.
- Há muita ficção entre nós. Comecei a acreditar no que estava lendo, comecei a entrar no personagem e isso atrapalhou muito minha relação com o Kelly - dizia Irons no filme.
Eram personagens fortes, irresistíveis, que fizeram com que o surfe ganhasse mais visibilidade. A história do "bad boy" Andy Irons casava perfeitamente com a imagem do mocinho Kelly Slater.
- A imprensa criou um monstro. Essa rivalidade nos consumiu. As pessoas queriam nos ver como rivais - disse o americano, no filme.
Na terça-feira, Slater viu uma notícia que parecia um pesadelo. Andy Irons tinha morrido depois de ter deixado Porto Rico, rumo ao Havaí. O título mundial passava a ser algo insignificante.
Mas Slater queria competir. Foi em campeonatos que conheceu Irons. Sabia que o havaiano, se pudesse, mandaria todos voltarem às disputas. Para que o título mundial fosse para a última etapa da temporada, no Havaí - justamente a terra de Irons -, teria que perder. E Jordy Smith não podia decepcionar. A estrela do americano - ou do havaiano - brilhou mais forte.
Irons teria gostado de ver a nota 10 do amigo Taj Burrow, pouco antes da decisão do título. O australiano igualou a façanha que somente a brasileira Silvana Lima, durante a semana, tinha conseguido. Taj conseguiu a nota máxima na bateria contra o americano Dane Reynolds. E vai enfrentar Slater nas semifinais.
O roteiro parecia bom para o americano. Mineirinho enfrentaria Taylor Knox, um dos melhores amigos do eneacampeão. Mas o brasileiro quis mudar a história. Venceu o americano e travou outro duelo contra o careca.
Slater se alongou dentro da área de atletas, justamente ao lado de Jordy Smith. Chegou à beira sete minutos antes do início. Ainda na areia, parou, abaixou a cabeça e assim ficou por um minuto.
Entrou na água e deixou passar a primeira onda. Viu que a segunda era boa e remou forte em direção a ela. O esforço valeu. Um tubo, uma rasgada e uma nota 9,00. Mas Slater não queria nove, queria dez, dez títulos mundiais. Mineirinho viu uma onda se formar e a ignorou. O americano entubou de novo, e duas vezes. Saiu dele já comemorando e finalizou o show com um cut back. Faltavam ainda 21 minutos.
Mineirinho ainda não tinha pego nenhuma onda. Slater foi em outra onda. Deu um aéreo, tirou 8,10, descartado. Era pouco para o maior surfista da história. O brasileiro esboçou uma reação: 6,33 e 8,03. Mas era pouco. Pouco quando se está diante do maior da história.
Já sem chance, Jordy Smith quis acompanhar de perto. Entrou na água dez minutos antes do início de sua bateria. Viu o americano pegar mais uma onda e estendeu a mão, em reverência. Um rápido cumprimento. Um pequeno gesto para o maior da história.
Dez títulos em 20 anos no Circuito Mundial. O palco, um lugar que ele frequentava quando ainda era um menino baixinho e cabeludo.
- Eu não surfava aqui desde 1988. vinha muito aqui, é como minha segunda casa - disse.
O caneco já era dele. Voltou para as semifinais. Mais um show, agora contra Taj. Duas notas 8,17.
- Foi o troco por ele ter acabado comigo no ano passado em Pipeline.
Slater teve pouco tempo para recuperar as forças. No mar, antes bateria final, um minuto sem remar, sem falar. Minuto de silêncio em memória de Andy Irons. Bede Durbidge era o adversário. Slater saiu na frente, de novo. Nota 8,77. E, para fechar, claro, um 10,00.
Agora, sim, Slater pode descansar. Talvez até o dia 8 de dezembro, quando começa o Pipeline Masters, o campeonato de Irons.
Ando com pouco tempo e vi aqui mesmo:
#RIP Andy Irons - Tristeza no mundo do Surfe!
Talvez tímidas, as ondas de Middles se esconderam. Não era dia de competição, vitórias ou derrotas. Era dia de chorar uma perda. Cabisbaixos, ainda abatidos, os surfistas do Circuito Mundial saíram de seus hotéis nesta quarta-feira e fizeram um tributo a Andy Irons, três vezes melhor do mundo (2002/2003/2004), morto na véspera. Uma homenagem em um mar onde o havaiano sequer chegou a surfar.
Em respeito à morte do surfista, o campeonato só voltará na sexta-feira.
Na terça-feira, Irons foi encontrado morto em um quarto de hotel, em Dallas. No fim de semana anterior, ele esteve em Isabela, mas, sentindo-se mal, desistiu de competir. Ele tinha sido picado pelo mosquito da dengue na etapa anterior, em Portugal. Abriu mão do campeonato porto-riquenho e, em vez de procurar um hospital, decidiu encarar uma longa jornada de volta para casa. No Havaí estava Lyndie, sua esposa, grávida de oito meses.
A escala em Dallas foi demais para Andy. Hospedou-se em um hotel para recuperar as forças, mas não resistiu. Médicos que analisam o caso encontraram cápsulas de metadona - substância que tem efeitos similares ao da morfina - ao lado da cama e cogitam que esta foi a causa da morte. Qualquer medicamento, em doentes com dengue, pode ser fatal.
Nesta quarta, a cerimônia foi liderada pelos amigos havaianos Roy Powers e Dusty Payne, mas todos os surfistas do Circuito Mundial apareceram por lá. Entre eles, claro, Kelly Slater, o maior adversário de todos os tempos. Se a competição continuar, o americano poderá conquistar o decacampeonato por antecipação.
- Foi bom ver todo mundo junto, ter a chance de falar sobre ele, sobre nossas lembranças: um pequeno riso, um choro. Andy era um cara muito dinâmico. Podia ser feroz na água e um doce na areia. Andy tinha tantos lados. Terei um milhão de lembranças diferentes dele.
Bicampeão mundial (2007 e 2009), Mick Fanning também estava emocionado. Em 1998, o australiano perdeu o irmão, Sean, em um acidente de carro.
- Só de remar e mostrar nosso respeito ao Andy, por sua família, já é muito bom para nós. Estamos todos sofrendo muito - disse.
Vi aqui:
Em respeito à morte do surfista, o campeonato só voltará na sexta-feira.
Na terça-feira, Irons foi encontrado morto em um quarto de hotel, em Dallas. No fim de semana anterior, ele esteve em Isabela, mas, sentindo-se mal, desistiu de competir. Ele tinha sido picado pelo mosquito da dengue na etapa anterior, em Portugal. Abriu mão do campeonato porto-riquenho e, em vez de procurar um hospital, decidiu encarar uma longa jornada de volta para casa. No Havaí estava Lyndie, sua esposa, grávida de oito meses.
A escala em Dallas foi demais para Andy. Hospedou-se em um hotel para recuperar as forças, mas não resistiu. Médicos que analisam o caso encontraram cápsulas de metadona - substância que tem efeitos similares ao da morfina - ao lado da cama e cogitam que esta foi a causa da morte. Qualquer medicamento, em doentes com dengue, pode ser fatal.
Nesta quarta, a cerimônia foi liderada pelos amigos havaianos Roy Powers e Dusty Payne, mas todos os surfistas do Circuito Mundial apareceram por lá. Entre eles, claro, Kelly Slater, o maior adversário de todos os tempos. Se a competição continuar, o americano poderá conquistar o decacampeonato por antecipação.
- Foi bom ver todo mundo junto, ter a chance de falar sobre ele, sobre nossas lembranças: um pequeno riso, um choro. Andy era um cara muito dinâmico. Podia ser feroz na água e um doce na areia. Andy tinha tantos lados. Terei um milhão de lembranças diferentes dele.
Bicampeão mundial (2007 e 2009), Mick Fanning também estava emocionado. Em 1998, o australiano perdeu o irmão, Sean, em um acidente de carro.
- Só de remar e mostrar nosso respeito ao Andy, por sua família, já é muito bom para nós. Estamos todos sofrendo muito - disse.
Vi aqui:
SOBERANO, SPFC...não, Kelly Slater esse é o cara do esporte.
Kelly Slater começou o dia surfando sozinho em Trestles e fechou o sábado cercado pela multidão, com um troféu entre os braços. Na quartas de final, espantou um fantasma que o importunava há tempos – o australiano Owen Wright -, assumiu a ponta do ranking e, garantido no topo, derrubou o atual campeão mundial, Mick Fanning. Na decisão, despachou o terceiro aussie seguido, Bede Durbidge, com direito a uma nota 9,53. Conquistou o tetra da etapa e viu o caminho para o décimo título mundial ficar mais fácil. Com a vitória, a 43º da carreira, o americano de 38 anos ganhou 10.000 pontos no ranking e abriu 4.500 de vantagem sobre o sul-africano Jordy Smith. De quebra, viu sua conta bancária aumentar em US$ 75 mil (cerca de R$ 130 mil).
Trestles foi o segundo triunfo de Slater em 2010. Ele tocou o sino de Bells Beach ao bater o atual campeão mundial e anfitrião, Fanning. Na Califórnia, ele defendia a taça da etapa.
- Ainda tem quatro campeonatos - disse Slater.
Adriano de Souza, o Mineirinho, e Jadson André, únicos brasileiros que sobreviveram ao corte depois do Mundial do Taiti, pararam na terceira fase. A sétima etapa começa no sábado, na França. Depois, a elite segue para Portugal, Porto Rico e Havaí.
O dia 18 de setembro foi um sábado um tanto estranho em Trestles. Carrasco de Mineirinho, Kieren Perrow voltou a surpreender e eliminou o americano CJ Hobgood, campeão do mundo em 2001. CJ continuou na água e fez companhia a Kelly Slater, já que Chris Davidson não tinha dado as caras. Relaxado, o americano aproveitou para treinar. O público, para admirar.
O segundo desafio de Slater seria justamente contra o australiano Owen Wright, que ficou conhecido em 2009 por tê-lo eliminado na etapa de Bells. E em Trestles, Owen repetiu a dose ao mandar o americano para a repescagem da quinta fase. Neste sábado, foi a vez da virada. Slater venceu depois de ter visto o adversário tirar 9,20. Escolheu o lado direito da mesma onda, e a nota 7,93 foi suficiente para garantir a vitória.
O maior presente, no entanto, veio na bateria seguinte, e de outro australiano. Bede derrotou Jordy Smith e empurrou Slater para o topo. O terceiro da lista também tombou. Mesmo com uma das melhores ondas do campeonato, Taj Burrow perdeu para Reynolds.
Para ir à final, Slater precisaria passar pelo único surfista que, nos últimos anos, o destronou: Mick Fanning. O aussie, no entanto, via quase tudo dar errado. Chegou a ficar em combinação. Saiu dela a 8 minutos do fim, mas não conseguiu parar o americano.
Com a vaga na final, surgiu uma preocupação. Slater trazia na memória uma lembrança ruim de 2006. Naquele ano, até então pouco expressivo Bede Durbidge o derrotou na decisão e conquistou sua primeira vitória no Circuito Mundial.
- Quero surfar contra o Dane. Surfei contra o Bede em uma final aqui antes – dizia o americano depois das semifinais.
A torcida não adiantou. Bede venceu Reynolds, frustrando a torcida.
Era hora da final. Slater, ansioso, foi na primeira onda, caiu dela e deixou a prioridade para o adversário. Bede deu duas rasgadas: 5,50. Kelly respondeu com um 7,90. Cinco minutos depois, uma ainda melhor - 8,60 para deixar o australiano em combinação. Bede corria atrás de 16,51.
Slater passou então a brincar. Parecia estar sozinho, assim como na primeira bateria do dia. Arriscava manobras, era aplaudido pelo público. Parecia - e estava - a um passo da vitória.
A sete minutos do fim, uma série se formou no outside. Os dois surfistas remaram. O americano pegou um longo tubo e foi segurando a onda até a beira, com cut backs: 9,53. O australiano deu um 360 no lip da onda, voou em um aéreo e finalizou com um manobra forte: 8,20. Bede saiu da combinação, mas precisava de 9,93.
Slater foi até a beira e pegou uma faixa de cabelo. Ela, que na véspera não tinha dado sorte, agora marcava a vitória. Saiu da água, deu alguns passos sobre as pedras da areia de Trestles e, já sem a fita, segurou uma bandeira dos Estados Unidos. Foi carregado até o palanque. Passos, agora, só rumo ao décimo título mundial.
Final:
Kelly Slater EUA 18,12 x 14,13 Bede Durbidge AUS
Semifinais:
1. Kelly Slater EUA 15,87 x 10,43 Mick Fanning AUS
2. Bede Durbidge AUS 11,67 x 5,63 Dane Reynolds EUA
Quartas de final:
1. Mick Fanning AUS 12,60 x 8,20 Kieren Perrow AUS
2. Kelly Slater EUA 17,03 x 15,97 Owen Wright AUS
3. Bede Durbidge AUS 13,27 x 11,87 Jordy Smith AFS
4. Dane Reynolds EUA 14,80 x 12,90 Taj Burrow AUS
Quinta fase/repescagem:
1. Kieren Perrow AUS 13,76 x 10,50 CJ Hobgood EUA
2. Kelly Slater EUA 13,66 x - Chris Davidson AUS (W.O.)
3. Bede Durbidge AUS 11,40 x 7,47 Adrian Buchan AUS
4. Dane Reynolds EUA 12,04 x 10,73 Damien Hobgood EUA
Top 5 do ranking:
1. Kelly Slater EUA 40.000
2. Jordy Smith AFS 35.500
3. Taj Burrow AUS 30.500
4. Dane Reynolds EUA 30.250
5. Mick Fanning AUS 29.500
Vi aqui:
Trestles foi o segundo triunfo de Slater em 2010. Ele tocou o sino de Bells Beach ao bater o atual campeão mundial e anfitrião, Fanning. Na Califórnia, ele defendia a taça da etapa.
- Ainda tem quatro campeonatos - disse Slater.
Adriano de Souza, o Mineirinho, e Jadson André, únicos brasileiros que sobreviveram ao corte depois do Mundial do Taiti, pararam na terceira fase. A sétima etapa começa no sábado, na França. Depois, a elite segue para Portugal, Porto Rico e Havaí.
O dia 18 de setembro foi um sábado um tanto estranho em Trestles. Carrasco de Mineirinho, Kieren Perrow voltou a surpreender e eliminou o americano CJ Hobgood, campeão do mundo em 2001. CJ continuou na água e fez companhia a Kelly Slater, já que Chris Davidson não tinha dado as caras. Relaxado, o americano aproveitou para treinar. O público, para admirar.
O segundo desafio de Slater seria justamente contra o australiano Owen Wright, que ficou conhecido em 2009 por tê-lo eliminado na etapa de Bells. E em Trestles, Owen repetiu a dose ao mandar o americano para a repescagem da quinta fase. Neste sábado, foi a vez da virada. Slater venceu depois de ter visto o adversário tirar 9,20. Escolheu o lado direito da mesma onda, e a nota 7,93 foi suficiente para garantir a vitória.
O maior presente, no entanto, veio na bateria seguinte, e de outro australiano. Bede derrotou Jordy Smith e empurrou Slater para o topo. O terceiro da lista também tombou. Mesmo com uma das melhores ondas do campeonato, Taj Burrow perdeu para Reynolds.
Para ir à final, Slater precisaria passar pelo único surfista que, nos últimos anos, o destronou: Mick Fanning. O aussie, no entanto, via quase tudo dar errado. Chegou a ficar em combinação. Saiu dela a 8 minutos do fim, mas não conseguiu parar o americano.
Com a vaga na final, surgiu uma preocupação. Slater trazia na memória uma lembrança ruim de 2006. Naquele ano, até então pouco expressivo Bede Durbidge o derrotou na decisão e conquistou sua primeira vitória no Circuito Mundial.
- Quero surfar contra o Dane. Surfei contra o Bede em uma final aqui antes – dizia o americano depois das semifinais.
A torcida não adiantou. Bede venceu Reynolds, frustrando a torcida.
Era hora da final. Slater, ansioso, foi na primeira onda, caiu dela e deixou a prioridade para o adversário. Bede deu duas rasgadas: 5,50. Kelly respondeu com um 7,90. Cinco minutos depois, uma ainda melhor - 8,60 para deixar o australiano em combinação. Bede corria atrás de 16,51.
Slater passou então a brincar. Parecia estar sozinho, assim como na primeira bateria do dia. Arriscava manobras, era aplaudido pelo público. Parecia - e estava - a um passo da vitória.
A sete minutos do fim, uma série se formou no outside. Os dois surfistas remaram. O americano pegou um longo tubo e foi segurando a onda até a beira, com cut backs: 9,53. O australiano deu um 360 no lip da onda, voou em um aéreo e finalizou com um manobra forte: 8,20. Bede saiu da combinação, mas precisava de 9,93.
Slater foi até a beira e pegou uma faixa de cabelo. Ela, que na véspera não tinha dado sorte, agora marcava a vitória. Saiu da água, deu alguns passos sobre as pedras da areia de Trestles e, já sem a fita, segurou uma bandeira dos Estados Unidos. Foi carregado até o palanque. Passos, agora, só rumo ao décimo título mundial.
Final:
Kelly Slater EUA 18,12 x 14,13 Bede Durbidge AUS
Semifinais:
1. Kelly Slater EUA 15,87 x 10,43 Mick Fanning AUS
2. Bede Durbidge AUS 11,67 x 5,63 Dane Reynolds EUA
Quartas de final:
1. Mick Fanning AUS 12,60 x 8,20 Kieren Perrow AUS
2. Kelly Slater EUA 17,03 x 15,97 Owen Wright AUS
3. Bede Durbidge AUS 13,27 x 11,87 Jordy Smith AFS
4. Dane Reynolds EUA 14,80 x 12,90 Taj Burrow AUS
Quinta fase/repescagem:
1. Kieren Perrow AUS 13,76 x 10,50 CJ Hobgood EUA
2. Kelly Slater EUA 13,66 x - Chris Davidson AUS (W.O.)
3. Bede Durbidge AUS 11,40 x 7,47 Adrian Buchan AUS
4. Dane Reynolds EUA 12,04 x 10,73 Damien Hobgood EUA
Top 5 do ranking:
1. Kelly Slater EUA 40.000
2. Jordy Smith AFS 35.500
3. Taj Burrow AUS 30.500
4. Dane Reynolds EUA 30.250
5. Mick Fanning AUS 29.500
Vi aqui:
#Dicamusicales Jack Johnson - " You And Your Heart
Apesar do disco ter sido lançado agora o clip já está com mais de um milhão de exibições, também "pudera" e muito legal o clip, alias como quase todos do JJ.
Jack Johnson implaca mais um disco "To The Sea"
Em 1 de fevereiro de 2010, o website oficial de Johnson anunciou que ele estava trabalhando em seu mais novo álbum intitulado To the Sea, que estava sendo gravado no Mango Tree Studio.
O álbum foi lançado oficialmente em 1 de junho agora e já alcançou o Primeiro lugar nas paradas dos Estados Unidos e em vários outros países. A nota no site também anunciava uma turnê de divulgação pela europa.
O primeiro single do álbum To the Sea é a canção "You and Your Heart" que você confere logo abaixo com mais duas faixas do novo disco.
Lembro quando conheci o som do Jack Johnson trabalhava em uma grande loja de surf em Moema -SP, que alias foi onde conheci a mãe do Enrico.
Esse disco achei mais rock, com um pouco mais de guitarras e tal...mas logo nos primeiros acordes de violão já sabemos que trata-se de Jack Johnson, musiquinha que obrigatoriamente devemos ter no case dentro do carro, principalmente quando se tem namorada, esposa, e afins. E aquele sonzinho que pode dar início a uma noite daquelas....inesquecíveis e mudar sua vida pra sempre, palavras de quem sabe o que está falando.
Espero que gostem e curtam bastante.
You And Your Heart
To The Sea
From The Clouds
Kelly Slater - Young Guns 3
Alguns amigos me questionaram porque eu ainda não tinha postado nenhum vídeo de surf até o momento, eu estava tentando escolher um vídeo que fosse bem loco pra dar o pontapé inicial mas é muito dificil escolher entre centenas de filmes e vídeos que já vi, achei esse do Kelly Slater a um tempo atrás e acho que da pra sentir o que postarei depois desse pontapé incial...então bota pra baixo e Go For It!!
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